Menu
Brasília

Saúde infantil: Vacinação até o dia 28

Arquivo Geral

09/11/2014 8h30

O sábado não foi um dia só de descanso para crianças e pais. Muita gente aproveitou o primeiro dia da vacinação contra poliomelite e sarampo para levar os filhos. Em muitos casos, o choro por medo da agulha foi inevitável, mas o pirulito ao final do procedimento amenizava um pouco a dor da picada.

A imunização segue até o dia 28 de novembro em 126 postos de saúde do DF. Segundo a Secretaria de Saúde, a meta é atender 185 mil crianças para poliomelite e 160 mil contra o sarampo. Neste sábado, 1,5 mil profissionais da pasta participaram da vacinação. Devem ser vacinadas para poliomelite as crianças de seis meses a menos de cinco anos e, no caso do sarampo, quem tem entre um e cinco anos não completos.

Aviso

 O médico Felipe Proenço foi avisado da vacinação por meio de um aplicativo para celular. Assim, ele levou ao posto de saúde as duas filhas, Anita, de dois anos, e Lara, dez meses, junto com a esposa Ana Lúcia, professora. 

“Elas estão bem tranquilas, mas decidimos vir primeiro tomar a gotinha. Talvez seja um pouco mais complicado na hora da agulha para a Anita”, contou Felipe. Dito e feito, até a gotinha teve uma pequena complicação para Lara.

Pelo menos na fila, Henrique, três anos, demonstrava tranquilidade, mas na hora de tomar a vacina, a situação mudou: o garoto ficou assustado com a possibilidade de ser vacinado. A irmã, Luiza, quatro anos, chorava e dizia que não queria ser vacinada. O pai, Luiz Antônio Fragoso, servidor público, fez o que pôde, dizendo que após o almoço, eles ganhariam picolés. “Ela já tomou várias vacinas, mas hoje está com medo. Damos esse incentivo para facilitar para eles”, disse.

Estado de saúde deve ser analisado

A gerente de imunização da Secretaria de Saúde, Cristina Segatto, explica que a única condição que impede a vacinação é o estado de saúde das crianças. “Em caso de febre ou infecção, costumamos indicar a volta ao posto de saúde após cinco ou dez dias. Como são duas semanas de campanha, a criança tem tempo de se recuperar”, disse.

As filas e uma pequena demora no atendimento são normais. Ela explica que devido à quantidade de crianças, o tempo de espera costuma ser maior nos dias D. “É necessário fazer a análise da caderneta de vacinação e isso leva tempo. Essa verificação da vacina precisa ser feita. É possível fazer a imunização durante a semana, quando costuma ser mais vazio”, completou.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado