Menu
Brasília

Saúde convoca selecionados para cargo técnico de enfermagem

Arquivo Geral

25/01/2013 18h25

 

O Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo atuou nesta sexta-feira (25) na remoção de 10 obras construídas a aproximadamente 20 metros de uma erosão, no setor habitacional Sol Nascente, em Ceilândia. As estruturas em madeira acabaram retiradas antes mesmo de serem ocupadas. Foi mobilizado um efetivo de 75 homens para a ação, coordenada pela Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e pela Agência de Fiscalização (Agefis).

 

A rapidez ocorreu devido à vigilância redobrada das equipes de fiscalização, que constaram o problema na quarta-feira. De imediato, os órgãos que compõem o Comitê foram acionados. No primeiro ponto, na Chácara 75, os agentes retiraram sete construções, além de 1,5 quilômetros de cerca em arame que demarcavam os lotes. No mesmo local, técnicos da Caesb desativaram um ponto clandestino de captação de água.

 

Também próximas à erosão, três obras em madeira e uma em alvenaria acabaram removidas na Chácara 6. A equipe ainda inutilizou quatro fossas sépticas. Três famílias receberam um prazo de 10 dias da Agefis para saírem das construções na mesma chácara.

 

Outros três pontos de água clandestina foram retirados pela Caesb, desta vez na Chácara 93, conhecida como Condomínio Pinheiro. Os técnicos da CEB também recolheram 500 metros lineares de cabo de energia e removeram 50 postes de madeira.

 

Esta é a segunda operação de retirada de obras irregulares nesta semana no Sol Nascente. A última aconteceu na terça-feira, quando duas construções foram ao chão. Uma delas já estava com piso, janelas e portas. Na mesma região, a equipe retirou dois quilômetros de cerca em arame. Pelo menos 20 lotes estavam demarcados para abrigar futuras obras irregulares. Três fossas também foram inutilizadas.

 

Mais duas áreas do DF cobertas pela fiscalização

 

O Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo também esteve na Colônia Agrícola Sucupira, em Riacho Fundo, e no Setor Habitacional Arniqueira, em Águas Claras. Cinco obras iniciais foram retiradas dos locais.

 

Três delas na Sucupira, entre as chácaras 8 e 50. Um total de 600 metros lineares de cerca e 100 de muro acabaram descaracterizados. Com mais de 15 metros de profundidade, uma cisterna foi desativada. A Caesb ainda recolheu um hidrômetro irregular. De acordo com os agentes, as construções permaneciam em área de preservação permanente (APP), próximas à mata ciliar. Já em Arniqueira, os trabalhos foram centralizados nas chácaras 133, 134 e 23 A. Ao todo, duas construções iniciais foram erradicadas e sete metros de fios elétricos recolhidos.

 

Participaram das três operações os seguintes órgãos: Seops, Agefis, Companhia Energética de Brasília (CEB), Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Instituto Chico Mendes (ICMBio), Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest).          

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado