Está em fase final a compra pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) de três equipamentos de ressonância magnética nuclear para os hospitais de Base (HBDF), Regional de Sobradinho (HRS) e Regional de Samambaia (HRSam).
Atualmente o único equipamento responsável por todo atendimento na rede pública de saúde está instalado no HBDF. Para atender a demanda, a SES/DF tem contrato firmado com algumas clínicas e cinco hospitais da rede privada.
De acordo com o chefe do Núcleo de Diagnose por Imagem (NUDI) da SES/DF, Carlos Diego, a Secretaria de Saúde conseguiu reduzir em 70% a fila de espera por uma ressonância. “Em dezembro de 2012 eram mais de 12 mil pacientes na fila, enquanto hoje são 5 mil e esperamos que dentro de quatro meses tenhamos mais três equipamentos para zerar esta fila”, informa.
Segundo Carlos Diego, cerca de dois mil pacientes fazem ressonância mensalmente. O equipamento, que custa aproximadamente R$ 2 milhões, realiza exame de diagnóstico por imagem sem radiação ionizante, diferente de um raio X.
A ressonância magnética nuclear é um exame de imagem completo, capaz de mostrar com nitidez desde uma simples lesão de tendão até um tumor em fase inicial.
O exame pode ser solicitado em qualquer faixa etária. “Graças ao empenho da Gerência de Apoio e Diagnóstico juntamente com o Núcleo de Regulação, além das parcerias com as clínicas e hospitais contratados, estamos reduzindo a fila de espera por esse exame”, relata Diego.