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Brasília

São registradas 2,3 mil ligações irregulares, por ano, pela CAESB

Arquivo Geral

12/02/2010 8h36

Bruna Torres

São identificadas por ano pela Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) 2,3 mil ligações irregulares na rede de abastecimento de água do Distrito Federal. É o equivalente a 191 fraudes por mês, sendo mais de seis por dia, uma a cada quatro horas. Na busca de sempre melhorar a qualidade dos serviços oferecidos à população, todos os dias a Companhia realiza operações de fiscalização para buscar vazamentos visíveis ou não e coibir essas fraudes.

Para evitar as fraudes, a Caesb intensificou o acompanhamento do consumo de água dos brasilienses. A Caesb atende 90% da população, com aproximadamente 560 mil ligações de água. O gasto das residências está dentro de uma faixa de consumo que é apresentada na conta de água. Se o consumo sair desse parâmetro a conta é retida para análise. Caso a Caesb não tenha acesso ao imóvel para fazer a leitura do hidrômetro, a média dos últimos 12 meses é usada para o faturamento.

AÇÕES
Para impedir que fraudes continuem, a Companhia trabalha com a conscientização dos clientes, realiza vistorias em imóveis que tenham indícios de fraude no consumo mensal, aplicação de tecnologia moderna dos fabricantes de hidrômetros, acompanhamento por meio de relatórios do sistema comercial Caesb e a conscientização dos consumidores. De acordo com Eduardo Romualdo Soares, gerente de Atendimento Comercial da Caesb, o fraudador é penalizado de acordo com o que está previsto no Código Penal, que é a aplicação de multa e cobrança do consumo evadido por parte da empresa.

As mudanças na conta de água, como elevação, podem ocorrer devido a vazamentos de água visíveis ou não, aumento do número de pessoas no imóvel, lavagem de fachadas de imóveis ou a troca da água de piscina. No caso da medição ser muito abaixo da média de consumo, alguns motivos como imóvel desocupado, redução no número de moradores, viagem de moradores, possível problema no hidrômetro ou até mesmo indício de fraude.

 

Leia a matéria completa na edição desta sexta-feira (12) do Jornal de Brasília

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