Da Redação
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“Muitas pessoas ficam sem o atendimento médico ambulatório por não saberem explicar a situação”, diz Rodrigo Caselli, coordenador-geral do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF). Os chamados de emergência em casos de saúde influenciam no serviço prestado tanto pelo Corpo de Bombeiros quanto pelo Samu e ajudam a fazer com que o socorro chegue o mais breve possível. A calma se torna imprescindível nestas horas para que perguntas mínimas de praxe sejam respondidas.
As Centrais de Regulação (atendimento da central do Corpo de Bombeiros e do Samu), têm um papel primeiro e indispensável para o resultado do atendimento a uma vítima que necessite socorro imediato.
Desde o ano de 2005, com a implantação do Samu na capital federal, os atendimentos do Corpo de Bombeiros ganharam uma ajuda nos serviços. Os dois órgãos trabalham em parceria e fazem divisões dos serviços que podem ser prestados por cada um. São transferências que os próprios atendentes fazem por meio das ligações feitas às centrais.
No caso do Samu, a ligação é atendida por técnicos que identificam a emergência e, imediatamente, transferem o telefonema para o médico regulador. Esse profissional faz o diagnóstico da situação e inicia o atendimento no mesmo instante, orientando o paciente ou a pessoa que fez a chamada sobre as primeiras ações. O médico avalia qual o melhor procedimento para o paciente.
No caso do Corpo de bombeiros, a maioria dos atendimentos é em casos de acidentes que requerem grande urgência. No entanto, o Corpo de Bombeiros conta com a especialidade de socorristas e não possui médico acompanhando as ambulâncias.
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