Prestes a fazer sua estréia nos Jogos Pan-americanos, a seleção masculina de vôlei se vê envolta a uma grande polêmica. Cortado do grupo que treina no Rio de Janeiro por estar “exausto”, segundo o presidente da Confederação Brasileira de Vôlei, o levantador Ricardinho retrucou e disse que o argumento é uma “mentira”.
“Acabei de ser dispensado e não sei o que responder”, declarou o jogador em entrevista à ESPN Brasil. “O que estão falando que pedi dispensa por estar cansado é uma grande mentira. Fui traído. Fiquei um mês longe de casa, joguei toda a Liga Mundial e o que eu mais queria era disputar o Pan. O Bernardinho me dispensou sem explicar. Estou em êxtase… É como se tivessem cortado as minhas pernas”, emendou.
Ricardinho não aceitou, também, o argumento de que sua dispensa teria sido devido ao atraso. O último capitão da seleção brasileira e eleito o melhor jogador da Liga Mundial, onde o Brasil conquistou o hepta, desembarcou em São Paulo nesta sexta-feira proveniente de Paris. Antes de ir para o Rio de Janeiro, passou em Maringá (PR), na casa de familiares.
“Todo o mundo sabe dos problemas que estamos enfrentando no Brasil com o caos aéreo e, agora, com a tragédia em Congonhas. Isso também não é desculpa. Eu cheguei de Paris, não consegui me apresentar na sexta-feira, mas liguei para o Zé Inácio (José Inácio Sales Neto, preparador físico e chefe de delegação do Pan) e disse que me apresentaria no Rio na manhã deste sábado”, explicou. “Foi o que fiz. Eu me apresentei, mas quando cheguei no hotel não havia reserva em meu nome e nem a mala com a minha roupa da seleção”, detalhou.
Abatido, Ricardinho retornaria ao Paraná e não escondeu sua mágoa. “Estou sem endender o que aconteceu, gostaria muito de conquistar a única medalha que ainda não consegui. Tenho certeza que o Brasil vai ganhar essa medalha. Agora volto para Maringá, para a minha casa, para ficar com a minha família, que são as pessoas que me amam.”
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Ricardinho não aceitou, também, o argumento de que sua dispensa teria sido devido ao atraso. O último capitão da seleção brasileira e eleito o melhor jogador da Liga Mundial, onde o Brasil conquistou o hepta, desembarcou em São Paulo nesta sexta-feira proveniente de Paris. Antes de ir para o Rio de Janeiro, passou em Maringá (PR), na casa de familiares.
“Todo o mundo sabe dos problemas que estamos enfrentando no Brasil com o caos aéreo e, agora, com a tragédia em Congonhas. Isso também não é desculpa. Eu cheguei de Paris, não consegui me apresentar na sexta-feira, mas liguei para o Zé Inácio (José Inácio Sales Neto, preparador físico e chefe de delegação do Pan) e disse que me apresentaria no Rio na manhã deste sábado”, explicou. “Foi o que fiz. Eu me apresentei, mas quando cheguei no hotel não havia reserva em meu nome e nem a mala com a minha roupa da seleção”, detalhou.
Abatido, Ricardinho retornaria ao Paraná e não escondeu sua mágoa. “Estou sem endender o que aconteceu, gostaria muito de conquistar a única medalha que ainda não consegui. Tenho certeza que o Brasil vai ganhar essa medalha. Agora volto para Maringá, para a minha casa, para ficar com a minha família, que são as pessoas que me amam.”
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