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Brasília

Reunião não resolve o impasse dos uniformes na rede pública de ensino

Arquivo Geral

16/01/2014 6h42

Deve demorar pelo menos mais uma semana para que empresários do setor de confecções  tenham uma resposta para o impasse causado pela mudança do uniforme escolar da rede pública. A vestimenta passou a ser produzida pela Fábrica Social, programa do GDF, medida que provocou prejuízos ao setor. 

Para tentar uma solução para o problema, ocorreu na noite de ontem uma reunião entre empresários do setor, Associação Comercial e o secretário de Educação, Marcelo Aguiar. A questão é saber o que fazer com os mais de 450 mil uniformes já confeccionados no polo de moda seguindo o modelo antigo. Além da diferença nas cores e grafia da roupa, os novos uniformes serão doados aos alunos pelo GDF.  

Disposição para resolver

O secretário Marcelo Aguiar se mostrou disposto a resolver o problema, mas não conseguiu definir como nem dar prazo para isso. Entre as propostas estudadas pelo setor jurídico da pasta estão a utilização dos dois modelos de uniforme nessa fase de transição; adotar modelos diferenciados para cada série; ou que o governo compre todos os uniformes já confeccionados. 

Os empresários alegam que tiveram de fechar as portas das fábricas e mandar trabalhadores para casa temporariamente até uma decisão do governo. 

“Eu darei uma resposta na próxima semana. Resolvendo esse problema, daqui para frente, teremos um diálogo maior para ver como iremos agir nos próximos anos”, promete o secretário de Educação.

Saiba Mais

Cada aluno das 654 escolas receberá duas camisetas gratuitamente da Fábrica Social. 

O programa visa a capacitação   de participantes do DF Sem Miséria – Bolsa Família.

O desenho do Mané Garrincha que estampará os uniformes é uma homenagem à Copa.

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