Os restaurantes comunitários da Ceilândia, Paranoá e Santa Maria precisam ser reconstruídos. A constatação veio de um estudo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do Distrito Federal (Sedest) que afirma que eles foram construídos de forma improvisada.
Funcionando há nove anos em um galpão cultural o restaurante comunitário de Santa Maria foi adaptado para oferecer o serviço. Este ano as redes hidráulica e elétrica foram reformadas, mas a entrada dos clientes ainda é a mesma dos alimentos.
Além desses três restaurantes há ainda outros dois que aguardam melhorias ou empresa administradora para entrar em funcionamento. O do Riacho Fundo 2, já teve a obra concluída, mas continua fechado. De acordo com a Sedest, a empresa que vai administrar o restaurante ainda está sendo licitada e ainda não há data prevista para inauguração. O restaurante comunitário de Samambaia está em funcionamento, mas aguarda reforma.
A Sedest informou que existe um plano de manutenção e adequação permanentes para os restaurantes, mas que só deve ser implementado a partir do ano que vem.