O condomínio Residencial Privé das Thermas, de Caldas Novas, interditou duas piscinas do seu complexo aquático. Foram nelas que ocorreram dois acidentes no início deste ano. O menino Kauã Davi de Jesus Santos, 7 anos, morreu após ter o braço sugado pelo ralo de uma piscina do residencial, no início deste mês. No último dia 9, o administrador Josias Andrade Saraiva, de 43 anos, também teve o pé sugado no mesmo lugar. Ele sofreu fratura na tíbia direita e luxação de três dedos do mesmo pé.
O Ministério Público do Goiás chegou a expedir recomendação que pedia a suspensão das atividades do complexo aquático. Segundo a pasta, as piscinas só deverão ser liberadas após apresentação de laudo técnico que comprove a segurança do local. No entanto, segundo informações preliminares, o condomínio ainda não recebeu o documento.
O promotor de Justiça Giordani Naves informou que, caso a recomendação não seja acatada, serão tomadas as medidas legais. A administração do condomínio poderá ser multada e o complexo, lacrado. Ele afirma que pedirá esclarecimentos a respeito dos acidentes.
O advogado do Privé, Gildomar Resende, que responde pelo caso, foi procurado pelo JBr, porém não foi encontrado até o fechamento desta matéria.