Carlos Carone
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Um ponto essencial para combater o avanço da criminalidade no DF a partir da criação das Áreas Integradas de Segurança Pública é contar com o trabalho desempenhado pelas administrações regionais em parceria com outros órgãos do GDF, como a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e a Companhia Energética de Brasília (CEB).
O novo modelo de gestão, que recebeu o nome de Plano Ação pela Vida, irá cobrar pela manutenção sistemática de serviços públicos essenciais que impactem direta ou indiretamente nos resultados das ações de segurança pública. “São serviços como iluminação, pavimentação, trafegabilidade, socorro imediato e outras iniciativas de infraestrutura, sempre sob a responsabilidade compartilhada e direta dos órgãos”, destacou Sando Avelar.
No último final de semana, os órgãos de segurança participaram de uma espécie de operação piloto do que será o trabalho realizado nas regiões integradas de segurança pública. O palco escolhido foi a Vila Estrutural, onde ocorrem crimes graves, como tráfico de drogas e homicídios envolvendo população de risco.
O resultado foi considerado satisfatório e 20 pessoas foram presas em flagrante por uso e porte de drogas, além do porte ilegal de armas. Seis adolescentes também acabaram encaminhados à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA).
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