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Brasília

Promotor público visita e aprova obras no Hras

Arquivo Geral

15/05/2009 0h00

“Estou bem impressionado por ver a conclusão de uma obra como está em apenas 120 dias”, discount afirmou  promotor de justiça, buy Diaulas Ribeiro, viagra dosage na tarde desta quinta-feira, 14, em visita as obras do bloco materno infantil  do Hospital Regional da Asa Sul (Hras),  acompanhado pelo secretário de Saúde, Augusto Carvalho. O setor, interditado desde janeiro para reforma, será reaberto em junho.
      
Para o promotor, o Ministério Público deve estar presente na hora em que as providências para garantir um bom atendimento à saúde da população são tomadas, não só quando há problemas.  O secretário Augusto Carvalho também demonstrou sua aprovação em relação ao andamento da reforma. Segundo ele, um hospital da importância do Hras merece atenção especial. “Quando diagnosticamos que havia uma falha na estrutura do telhado, determinamos que fosse feita a recuperação total da cobertura para resolver definitivamente o problema de infiltrações”, informou.


As obras de recuperação do telhado, que motivaram a interdição da unidade porque havia uma falha na concepção original da cobertura que impedia o escoamento eficiente das águas da chuva, estão em fase final. Toda a cobertura do bloco foi refeita, o sistema de escoamento das águas da chuva foi trocado, além da pintura geral e outros reparos.  A reforma custou cerca de R$ 1,8 milhão ao GDF.
       
Em quatro meses de trabalho intenso, a estrutura da cobertura do bloco danificada devido às fortes chuvas registradas nos meses de dezembro e janeiro foi refeita. O projeto é da Coordenação Geral de Engenharia em Saúde, da Secretaria de Saúde. “O trabalho foi bem feito e temos certeza que resolvemos definitivamente os problemas de infiltração, mesmo se houver fortes chuvas”, afirma o diretor do Hras, Alberto Henrique Barbosa, que também acompanhou a visita.


Com a reabertura do bloco materno infantil, o Hras poderá retomar suas atividades normais, o que significa voltar a fazer cerca de 20 partos diários. Devido à interdição, esses procedimentos foram reduzidos no período de obras.  Também retornam ao local os diversos serviços transferidos para outros setores do hospital, como a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, que passou a ocupar o espaço da cirurgia pediátrica.
         
Para executar a obra, foi necessário remanejar os serviços instalados no local, reduzir o número de atendimentos e transferir profissionais do setor para outros hospitais da rede, como foi o caso de alguns médicos e auxiliares de enfermagem.


A retomada plena das atividades da maternidade – referência para gestação de alto risco -, será de forma gradual.  Há a necessidade de se executar algumas adaptações, tanto no bloco materno infantil, quanto nos setores que tiveram sua rotina alterada durante a obra.


A UTI-Neonatal do Hras tem espaço para 46 leitos, sendo 26 para alto risco, 20 para médio risco. O centro obstétrico dispõe de 11 salas de parto – os chamados PPPs (pré-parto, parto e pós-parto); seis leitos de observação, oito leitos para alto risco, além de quatro salas de cirurgia. O bloco também abriga uma sala de aulas, utilizada pela residência médica, além de uma sala de estudos e o banco de leite materno.


O bloco materno infantil do Hras, com 3.700m2, foi inaugurado em 2000 e fez parte de um plano de renovação e ampliação do hospital, um dos mais antigos do Distrito Federal, com 43 anos de atividades.

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    14/05/2009 0h00


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    Para o promotor, o Ministério Público deve estar presente na hora em que as providências para garantir um bom atendimento à saúde da população são tomadas, não só quando há problemas.  O secretário Augusto Carvalho também demonstrou sua aprovação em relação ao andamento da reforma. Segundo ele, um hospital da importância do Hras merece atenção especial. “Quando diagnosticamos que havia uma falha na estrutura do telhado, determinamos que fosse feita a recuperação total da cobertura para resolver definitivamente o problema de infiltrações”, informou.


    As obras de recuperação do telhado, que motivaram a interdição da unidade porque havia uma falha na concepção original da cobertura que impedia o escoamento eficiente das águas da chuva, estão em fase final. Toda a cobertura do bloco foi refeita, o sistema de escoamento das águas da chuva foi trocado, além da pintura geral e outros reparos.  A reforma custou cerca de R$ 1,8 milhão ao GDF.
      
    Em quatro meses de trabalho intenso, a estrutura da cobertura do bloco danificada devido às fortes chuvas registradas nos meses de dezembro e janeiro foi refeita. O projeto é da Coordenação Geral de Engenharia em Saúde, da Secretaria de Saúde. “O trabalho foi bem feito e temos certeza que resolvemos definitivamente os problemas de infiltração, mesmo se houver fortes chuvas”, afirma o diretor do Hras, Alberto Henrique Barbosa, que também acompanhou a visita.

    Com a reabertura do bloco materno infantil, o Hras poderá retomar suas atividades normais, o que significa voltar a fazer cerca de 20 partos diários. Devido à interdição, esses procedimentos foram reduzidos no período de obras.  Também retornam ao local os diversos serviços transferidos para outros setores do hospital, como a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, que passou a ocupar o espaço da cirurgia pediátrica.
        
    Para executar a obra, foi necessário remanejar os serviços instalados no local, reduzir o número de atendimentos e transferir profissionais do setor para outros hospitais da rede, como foi o caso de alguns médicos e auxiliares de enfermagem.

    A retomada plena das atividades da maternidade – referência para gestação de alto risco -, será de forma gradual.  Há a necessidade de se executar algumas adaptações, tanto no bloco materno infantil, quanto nos setores que tiveram sua rotina alterada durante a obra. 

    A UTI-Neonatal do Hras tem espaço para 46 leitos, sendo 26 para alto risco, 20 para médio risco. O centro obstétrico dispõe de 11 salas de parto – os chamados PPPs (pré-parto, parto e pós-parto); seis leitos de observação, oito leitos para alto risco, além de quatro salas de cirurgia. O bloco também abriga uma sala de aulas, utilizada pela residência médica, além de uma sala de estudos e o banco de leite materno.

    O bloco materno infantil do Hras, com 3.700m2, foi inaugurado em 2000 e fez parte de um plano de renovação e ampliação do hospital, um dos mais antigos do Distrito Federal, com 43 anos de atividades.

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