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Brasília

Projeto no Parque ensina ciência aliada ao lazer

Arquivo Geral

27/01/2014 8h20

Aproveitar momentos de lazer para ensinar  que explorar a ciência pode ser divertido. Com esse objetivo, professores  se reúnem para transmitir conhecimento  por meio do projeto Ciência no  Parque. Em Águas Claras, os docentes ensinaram crianças a construir foguetes artesanais utilizando duas garrafas PET, água e ar comprimido. 

O grupo quer  expandir o projeto para outros locais além do Parque de Águas Claras, transformando-o em um programa permanente. “Pretendemos levar esse projeto para todos os parques, para que as crianças possam perceber que a ciência não está tão longe e que não envolve apenas matérias exatas, mas outras, como o português, o inglês, a geografia”, afirma o professor Jaime Campos, que participa do programa Agência Espacial Brasileira nas Escolas (AEB nas Escolas).

A empolgação em levar o filho para participar do encontro fez o designer Jailson Belfort, 39 anos, levantar cedo. Segundo ele, o filho Lucas, 9 anos, é apaixonado por ciências e o projeto pôde aproximá-los de novas experiências. “Fiquei sabendo do evento e falei com ele para virmos até aqui. Lucas gosta muito de ciências, inclusive em casa  ele frequentemente lê livros sobre o tema. Na minha infância, nunca tive a oportunidade de explorar esse  mundo”, relata o pai de Lucas.

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O próximo encontro, que também deve ocorrer no Parque de Águas Claras, está previsto para daqui a 20 ou 30 dias, mas só poderá ser confirmado depois de  uma autorização do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), administrador  do parque.

Próximo encontro terá robótica
A próxima experiência deve ocorrer na área de robótica com o professor Izaías Cabral, que conta como o projeto pode ajudar as crianças a entenderem o universo: “Hoje o mundo é tecnológico e o estudo da robótica ajuda a compreendê-lo. A ideia é desmitificá-lo para essa crianças. Elas  não têm medo da tecnologia, pois já nascem nesse mundo”, explica o docente. Ele ressalta que os projetos apresentados nos parques não têm idade mínima e que visam, ainda, aproximar pais e filhos, afastados pela correria do dia a dia.
CONTAGEM REGRESSIVA
Com todos os foguetes prontos para decolar, os professores pegaram  os projetos um a um, explicando como eles funcionariam. As pequenas Laís Valéria Araújo, 8 anos, e Marianne da Silva Rizzo, 9, construíram juntas o foguete e aprovaram a experiência. “A parte mais divertida foi montar. Eu gostei de fazer ciência no parque”, contou Marianne. Já Laís confessou que se sentiu emocionada ao ver o seu foguete voar.
 

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