Aproveitar momentos de lazer para ensinar que explorar a ciência pode ser divertido. Com esse objetivo, professores se reúnem para transmitir conhecimento por meio do projeto Ciência no Parque. Em Águas Claras, os docentes ensinaram crianças a construir foguetes artesanais utilizando duas garrafas PET, água e ar comprimido.
O grupo quer expandir o projeto para outros locais além do Parque de Águas Claras, transformando-o em um programa permanente. “Pretendemos levar esse projeto para todos os parques, para que as crianças possam perceber que a ciência não está tão longe e que não envolve apenas matérias exatas, mas outras, como o português, o inglês, a geografia”, afirma o professor Jaime Campos, que participa do programa Agência Espacial Brasileira nas Escolas (AEB nas Escolas).
A empolgação em levar o filho para participar do encontro fez o designer Jailson Belfort, 39 anos, levantar cedo. Segundo ele, o filho Lucas, 9 anos, é apaixonado por ciências e o projeto pôde aproximá-los de novas experiências. “Fiquei sabendo do evento e falei com ele para virmos até aqui. Lucas gosta muito de ciências, inclusive em casa ele frequentemente lê livros sobre o tema. Na minha infância, nunca tive a oportunidade de explorar esse mundo”, relata o pai de Lucas.
Novas edições
O próximo encontro, que também deve ocorrer no Parque de Águas Claras, está previsto para daqui a 20 ou 30 dias, mas só poderá ser confirmado depois de uma autorização do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), administrador do parque.