Televisores, computadores, geladeiras, fogões, micro-ondas, aparelhos de DVD. Com o avanço tecnológico e a redução de preços, os brasilienses têm substituído produtos eletrônicos antigos por modelos mais novos. A dúvida surge na hora de descartar esses objetos. Eles não podem ser jogados no lixo comum, nem abandonados em terrenos baldios. Mas quem deve ser acionado para recolhê-los?
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) é responsável somente pelo recolhimento do lixo doméstico e do resultado da limpeza de vias. “Esse tipo, avaliado como especial, não está sob nossa responsabilidade. O que fazemos é indicar algumas empresas que reciclam esse material. Para isso, é necessário que o gerador do lixo entre em contato conosco”, diz a chefe da Assessoria de Planejamento Ambiental do SLU, Juliane Berber.
Como poucos sabem dessa opção, o lixo eletrônico acaba sendo descartado junto com os resíduos residenciais ou em terrenos baldios, sujando a cidade e expondo a população a riscos. O monitor do computador, aparentemente inofensivo, tem em sua composição substâncias altamente nocivas a saúde ou tóxicas ao meio ambiente, como o mercúrio. O metal transforma-se em vapores tóxicos e corrosivos mais densos que o ar e pode causar irritação na pele, olhos e vias respiratórias, ou ainda levar à morte.
Leia mais na edição desta quarta-feira (29) do Jornal de Brasília.