O governo do Distrito Federal e a Secretaria de Educação vão abrir cinco novas unidades do programa Educação Precoce, uma delas na Estrutural.
O programa pretende mostrar que crianças especiais precisam ser incluídas e ter suas habilidades estimuladas e potencializadas. Ao todo, 3.008 estudantes especiais são atendidos hoje em 19 unidades de todo o Distrito Federal.
O Educação Precoce já existe há mais de 30 anos. Na atual gestão o programa terá uma atenção especial após a implantação de uma Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral que vai estabelecer ainda mais o espaço da criança com deficiência na sociedade.
O público-alvo do programa é formado por recém-nascidos de zero a três anos e 29 dias com deficiências físicas e intelectuais, hipótese de transtorno de espectro autista; bebês considerados de risco (que tiveram algum problema no pré-natal ou no momento perinatal); e crianças com indícios de talentos (superdotação/altas habilidades) que precisam de estimulo para se desenvolver de forma adequada.
Existe, ainda, uma parceria com a Secretaria de Saúde em que o médico que já acompanha o paciente emite informações por meio de um relatório e o grupo de educação precoce se subsidia dos conhecimentos clínicos. A partir desse ponto, os profissionais dão andamento a estimulação com as crianças.
Resultados
A Subsecretária de Educação Inclusiva e Integral, Vera Lúcia Ribeiro Barros, celebra o os resultados do programa.
“O pai começa a perceber que o seu filho é capaz de fazer coisas maravilhosas e que também vai ter todas as oportunidades. Esse é um ganho importante na política nacional de educação. É por isso que a gente quer promover grandes mudanças e fazer ainda mais”, afirma.
Na unidade de Samambaia são atendidos 176 alunos em um total de dez turmas. Os atendimentos são feitos de segunda a sexta-feira em horário matutino e vespertino. As crianças com até dois anos de idade têm aulas duas vezes por semana. Já os alunos com três anos frequentam o programa três vezes na semana.