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Brasília

Programa do GDF prevê uma gratificação aos policiais que cumprirem metas

Arquivo Geral

21/04/2012 7h00

 

Kamila Farias
kamila.farias@jornaldebrasilia.com.br

Como parte das estratégias de redução da criminalidade traçadas pelo Governo do Distrito Federal, os policiais que cumprirem as metas estabelecidas pelo programa de segurança pública “Ação Pela Vida – Integração e Cidadania” serão premiados com uma gratificação. Da mesma forma que deverá ser concedida uma bonificação, os comandantes das áreas podem ser substituídos, caso não cumpram os objetivos.

 

A partir do novo programa de segurança pública, lançado ontem e antecipado na edição do último domingo do Jornal de Brasília, o GDF busca reduzir em 8% a taxa de criminalidade do Distrito Federal. O plano consiste na integração das polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento de Trânsito e administrações regionais, além da participação da sociedade.

 

De acordo como governador Agnelo Queiroz, o valor da gratificação ainda não definido. “Policiais estimulados conseguem cumprir metas e contribuem para a comunidade”, acredita.

Agnelo destacou que o objetivo maior é reduzir as mortes. “Será um movimento extremamente ativo. Nosso objetivo é diminuir o número de mortes, acabar com os homicídios e atuando nesse objetivo, conseguiremos diminuir também os outros crimes, que deixam a vida de uma pessoa em risco”, diz.

 

Para acompanhar os resultados do programa, reuniões acontecerão semana a semana, além de encontros mensais. “Cada área fará reunião por semana e a cada mês acontecerá uma reunião geral, com todas as áreas, inclusive com o poder judiciário e o Ministério Público”, detalhou. Como forma de otimizar o serviço, o governo garante que investirá em tecnologia, nas estruturas dos órgãos envolvidos, equipamentos e viaturas.

 

O programa divide a cidade em quatro Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisps): Leste, Oeste, Sul e Metropolitana. Essas áreas serão desdobradas em 31 Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps), que contarão com Conselhos Operacionais Regionais (CORs), formados por representantes das forças de segurança, dos órgãos do governo e da comunidade

 

 

Leia mais na edição impressa deste sábado (21) do Jornal de Brasília.

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