Os professores da Universidade de Brasília (UnB) decidiram manter indicativo de greve contra a perda da parcela da URP (Unidade de Referência de Preços) nos salários. Em assembleia na manhã da segunda-feira (14), eles optaram por não votar a greve, por considerá-la precipitada no momento atual, mas concordaram em realizar uma mobilização permanente.
A ideia é realizar um seminário sobre evolução salarial nas instituições federais de ensino superior, no serviço público e carreira docente, para sensibilizar estudantes e sociedade para a questão salarial dos professores no país.
Os professores devem também publicar uma carta aberta à sociedade, colocando as razões do movimento. As próximas manifestações categoria serão decididas no conselho de representantes da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB), que se reunirá na sexta-feira, 18 de setembro, às 17h.
Os representantes do escritório Alino & Roberto e Advogados disseram que a ADUnB deve entrar na Justiça questionando a determinação do Ttribunal de Contas da União (TCU) ainda nesta semana. Nesta segunda-feira à tarde, o Sindicato dos trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub) fará manifestação em frente ao prédio do TCU.