Nesta segunda-feira (08), professores da Universidade de Brasília (UnB), decidiram entrar em greve. A decisão foi tomada ao fim de uma assembleia convocada pela Associação dos Docentes da UnB (ADUnB), com 257 votos a favor e 213 contra. A paralisação começará a partir da próxima segunda-feira, 15. Recomposição salarial com reajuste de 22,71% é uma das reivindicações da classe.
Os professores querem também a reestruturação das carreiras da área técnico-administrativa e de docentes; revogação de “normas que prejudicam a educação federal aprovadas nos governos Temer e Bolsonaro”; a recomposição do orçamento e o reajuste imediato dos auxílios e bolsas dos estudante e a equiparação dos benefícios e auxílios com os servidores do Legislativo e do Judiciário ainda em 2024.
Os servidores técnicos e administrativos da universidade já estão em greve desde o dia 13 de março.
Não há previsão para o fim da paralisação.
A classe também é contra o ponto eletrônico e querem o fim da lista tríplice nas eleições para a reitoria.
No pedido, a recomposição salarial com reajuste de 22,71%, deve ser dividida em três parcelas:
2024: 7,06%
2025: 7,06%
2026: 7,06%
A proposta do governo federal é de:
2024: sem reajuste
2025: 4,5%
2026: 4,5%
Uma proposta de reajuste dos auxílios alimentação, saúde e creche que não contempla aposentados e pensionistas também foi apresentada pelo governo.