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Brasília

Procurador-geral de Justiça do DF diz que Durval tentou prejudicá-lo

Arquivo Geral

23/03/2010 8h54

Carlos Carone e Fabio Grecchi

Nada menos que 125 ações civis públicas de responsabilidade, por atos de improbidade administrativa e penais, foram impetradas pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) contra o ex-secretário de Relações Institucionais do governo Durval Barbosa. Tamanho número de ações teriam motivado, por pura vingança, as denúncias de Barbosa contra o  procurador-geral de Justiça do DF, Leonardo Bandarra.

Ontem, em conversa com o Jornal de Brasília, o chefe do MP explicou o trabalho dos promotores que investigam as fraudes nos contratos de informática do GDF, os desvios de recursos públicos e a suposta denúncia de que teria recebido dinheiro de propina paga pelo próprio Durval.

Quando surgiu a denúncia de que teria recebido R$ 1,6 milhão do ex-secretário para que o MP autorizasse a prorrogação de contrato com empresas de lixo e respaldasse a liberação de obras supostamente irregulares, Bandarra afirmou que em 18 de dezembro de 2009 enviou vários documentos à Procuradoria-Geral da República (PGR).

“Em razão dessas denúncias, abri todos os meus sigilos, tanto bancário quanto fiscal, e todos os processos que existiam no MP contra Durval. Ainda pedi para que o procurador investigasse”, disse Bandarra, lembrando que o processo saiu do Superior Tribunal de Justiça  (STJ) e foi para a Procuradoria Regional da República (PRR), já que não havia indícios de que precisava ser investigado. Apenas a promotora de Justiça Débora Guerner, que teria recebido o dinheiro de Durval Barbosa, continuou a ser investigada.

Leia mais na edição desta terça-feira (23), no Jornal de Brasília.

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