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Brasília

Presa quadrilha suspeita de roubar residências no DF

Arquivo Geral

12/03/2015 13h00

Na noite desta quarta (11), policiais militares prenderam três homens suspeitos de furtarem casas em Ceilândia, Taguatinga e Guará. A quadrilha era investigada há dois meses. Denúncias anônimas informaram à polícia que o trio usava duas residências para esconder os objetos furtados, na QNR 2 e QNN 19, ambas em Ceilândia Norte. 

Em uma das residências estava Washington Luís Alves Magalhães, 29 anos. A Polícia acredita que há mais integrantes que façam parte dessa quadrilha. Entre os itens furtados que estavam na casa havia um carro clonado, maconha, cocaína, rupinol, três microondas, duas televisões, bebidas alcoólicas, oito pares de tênis, diversos relógios e celulares, jóias, bolsas, oito munições, aparelho DVD, sons de grande porte, e uma grande quantidade de tecidos. Policiais suspeitam que eles tenham roubado uma malharia. Esse material seria guardado nas casas e depois revendido.

Seis vítimas já reconheceram os pertences. Toda a apreensão foi avaliada em R$ 80 mil. O delegado Fernando Fernandes, responsável pelo caso, acredita que pelo menos 12 casas foram furtadas: “Nós pedimos às pessoas que tiveram suas casas furtadas, que compareçam à 19ª Delegacia de Polícia para providenciarem o reconhecimento dos objetos, facilitando assim a identificação de outras ocorrências, bem como a apuração de outros delitos praticado pela quadrilha”, indica.

Festa com adolescentes

No momento da abordagem na outra residência, Erick Henrique de Almeida Souto, 20 anos, e Gilliard Santana Spíndola, 23 anos, estavam com duas jovens de 16 e 18 anos realizando a “Festa do Bolo Doido”. Na festa já conhecida, os traficantes convidam adolescentes para dançar e beber, colocam drogas em bebidas para depois consumarem o abuso sexual. “Por sorte chegamos antes. Haviam até camisinhas usadas. Segundo os vizinhos, é normal ter festas no local”, explica o delegado Fernando Fernandes.

Penas

Os três suspeitos já tinham passagens por furto, roubo, uso de drogas e receptação. Um deles cumpria liberdade provisória. Eles vão responder por receptação, adulteração de sinal identificador de veículo e também por posse de drogas e munições. Se condenados, podem pegar até 13 anos de reclusão.

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