Francisco Dutra
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A preparação do Distrito Federal para receber a Copa do Mundo de 2014 tem todas as emoções de um jogo de futebol. Em campo, um time de engenheiros, arquitetos e profissionais da bola, joga no ataque, afirmando: o DF está muito atrasado nas obras e projetos necessários para a competição. Do outro lado, a equipe do GDF rebate as críticas dizendo que a capital brasileira não está atrasada.
Faltam pouco mais de 1.400 dias para a Copa. E, quando você estiver lendo esta matéria, com certeza, faltará menos tempo para obras e projetos serem concluídos no prazo. Segundo o Fórum da Copa de 2014, grupo composto por 27 entidades do DF, a principal preocupação é a falta de um planejamento geral integrado para a recepção dos jogos.
“Não existe um comitê de planejamento. Não é só o estádio (Mané Garrincha) e o Aeroporto de Brasília, que não estão prontos, temos que resolver outros problemas como o transporte. Sem planejamento há urgência nas obras. E com ela há o sobrepreço. E é a sociedade que vai pagar mais caro. Brasília ainda está perdendo a oportunidade de sediar a abertura da Copa”, explica o coordenador do Fórum e presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do DF (Crea-DF), Francisco Machado.
Segundo o gerente do projeto da Copa, Sérgio Graça, a situação do DF é outra. Para ele, a conclusão da reforma do Estádio Mané Garrincha, a obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e a ampliação do Aeroporto de Brasília estão dentro do cronograma. Quanto aos demais projetos necessários para a Copa, Graça garante que diversas secretarias do GDF já estão trabalhando em projetos para a Copa. Em um “bolão” para a abertura e fechamento da Copa, Graça apostaria duplamente no DF.
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