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Brasília

Praça do Estudante é inaugurada em Planaltina

Arquivo Geral

15/10/2009 0h00

Os estudantes de Planaltina ganharam, nesta quinta-feira (15), um espaço que promete incentivar o esporte e o lazer da cidade: a Praça do Estudante. Com aproximadamente 70 mil m², o local oferece quadras poliesportivas, pista de cooper, parquinho, campos de futebol de areia e de grama sintética e área para ginástica. O espaço, localizado entre seis escolas públicas, era um terreno baldio e foram necessários 40 dias para completar as obras. Os materiais usados para confecção dos brinquedos, bancos e mesas são todos reaproveitados.


Segundo o administrador de Planaltina, Aílton Gomes, o local era uma área destinada a um complexo de esportes, mas estava abandonado. “Era muito perigoso passar por aqui durante a noite. As pessoas tinham medo, pois não tínhamos iluminação. Esta praça é um marco na história da nossa cidade”, disse Gomes.


O medo e a insegurança deram lugar a convivência entre os estudantes e moradores. Janaína Tavares, 21 anos, é aluna do terceiro ano do Centro de Ensino 2 e já percebeu as mudanças. “Passo aqui todos os dias. Era muito escuro e abandonado. Agora, os meninos aproveitam para jogar bola e muita gente vem para namorar. A praça ficou muito boa e iluminada”, contou.


Durante a inauguração da praça, o governador José Roberto Arruda falou que a intenção é dar ao local o nome do professor Mário Alves. “Em homenagem aos estudantes, aos professores e ao aniversário de Planaltina estamos inaugurando esta praça. Acredito que nada mais justo do que chamá-la de Praça dos Estudantes Mário Alves”, afirmou. Para levar a ideia para frente, um Projeto de Lei será encaminhado para a Câmara Legislativa.


Arruda aproveitou para relembrar aos moradores e estudantes a antiga condição da praça. “Este era um lugar abandonado no meio da cidade. Agora, é um lugar para o encontro das pessoas. Ficou muito mais bonito do que eu podia imaginar”, disse o governador.


 


Mário foi professor de Educação Física em meados da década de 70. Criador da Associação dos Moradores do Setor O, o professor ficou conhecido na região por acreditar que a educação e o esporte eram um dos melhores caminhos para retirar as crianças e os jovens da marginalidade. “Esta praça era um sonho dele”, contou Arruda.

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