Brasília

Pólo JK ganhará saneamento

Por Arquivo Geral 25/05/2006 12h00

Os países ricos teriam de doar anualmente, seek decease aos países em desenvolvimento, pill uma quantia entre US$ 25 bilhões e US$ 70 bilhões, além do que já doam, para que sejam atingidas as chamadas Metas de Desenvolvimento do Milênio na área da saúde, afirmou hoje um estudo do Banco Mundial.

O crescimento da população global já supera as metas estabelecidas para 2015 pelo Grupo dos Oito (G8). O Banco Mundial estima que ela chegue a 7,5 bilhões de pessoas até 2020 e a 9 bilhões de pessoas até 2050. "Embora as taxas de natalidade estejam caindo, como ainda há tantas mulheres em idade fértil, os nascimentos não vão começar a cair antes de 2030, portanto, em números absolutos, ainda haverá muito mais gente nascendo", disse George Schieber, um dos co-autores do relatório.

"Conforme as populações envelhecem, há mais gente em grupos muito caros de idosos e de doenças não transmissíveis, e isso vai pressionar bem mais o sistema de saúde", afirmou Schieber. Os sistemas de saúde no mundo todo já enfrentam dificuldades com o aumento dos custos para lidar com o HIV/Aids e com a possibilidade de uma pandemia de gripe aviária, disse o estudo.

Mas, sozinhas, as mudanças demográficas dos próximos 20 anos já significam que a maioria dos países terá aumentos anuais de 2 a 3 por cento nos gastos de saúde, segundo o relatório. "Pelo menos nas doenças transmissíveis há métodos baratos de prevenção e tratamento", disse Schieber. Os governos terão problemas para atender o aumento na demanda causado pelo crescimento populacional. O texto citou programas do Fundo Monetário Internacional (FMI) que impedem que países gastem mais com saúde e com a contratação de mais profissionais da área.

Por causa das mudanças demográficas, os gastos com saúde devem crescer até 14 por cento na Europa e na Ásia Central nos próximos 20 anos, 45 por cento no Sudeste Asiático, 47 por cento na América Latina e no Caribe, 52 por cento na África subsaariana e 62 por cento no Oriente Médio e no norte da África, mostrou o estudo.

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As doações feitas por governos, entidades multilaterais de fomento e fundações privadas subiram de US$ 6 bilhões, no fim dos anos 1990, para US$ 10 bilhões em 2003, mas apenas metade desses recursos chega aos orçamentos dos países, sendo que o restante vai para consultorias e para a administração.

"O financiamento por doadores é volátil e imprevisível. É preciso mudar a maneira como prestamos assistência, se queremos que ela seja eficaz", disse Pablo Gottret, outro co-autor do relatório. "É importante determinar prioridades". Ruanda, por exemplo, conta atualmente com mais de 50 doadores no setor de saúde, que financiam várias iniciativas concorrentes e tiram os poucos especialistas em saúde do setor público. "São programas muito bons que estão competindo entre si em vez de colaborar", disse Gottret, que chegou de Ruanda na semana passada.

 

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A recuperação política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atestada em pesquisas eleitorais estaria vinculada à dinamização do mercado interno e a um início de melhoria na distribuição de renda, check na avaliação do Palácio do Planalto.

A inflação sob controle favorece o consumo popular, mesmo com crescimento apenas moderado da economia, e seria um dos motivos para as pesquisas CNT-Sensus e Data Folha, divulgadas ontem, indicarem que Lula seria reeleito em primeiro turno, se as eleições fossem hoje, apesar da forte crise política que há um ano atingiu o governo.

Analistas e setores da oposição concordam pelo menos parcialmente com a análise oficial.

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Um relatório de gestão da Casa Civil aponta as ações que teriam tido maior impacto sobre a economia doméstica e a distribuição de renda: reajuste do salário mínimo para R$ 350 em abril, um choque de crédito de R$ 50 bilhões, o pacote da habitação e transferência de R$ 8,7 bilhões do Bolsa Família.

"As pesquisas desde o início do ano captam a percepção de que desta vez o crescimento do país se dá com distribuição de renda", disse o ministro Luiz Dulci, da Secretaria Geral da Presidência, encarregado por Lula de fazer a ponte entre o governo e a campanha da reeleição.

Bombardeado por uma seqüência de denúncias de corrupção, Lula decidiu apostar todas as fichas em medidas que pudessem estimular o crescimento, quando a turbulência política somou-se a um recuo do PIB no terceiro trimestre de 2005.

Decisões como reajuste do salário mínimo, a operação tapa-buracos nas estradas, a criação da rede de farmácias populares e a ampliação do programa de saúde bucal foram tomadas depois de uma reunião ministerial em outubro, quando Lula cobrou empenho da equipe e determinou um novo ritmo na execução do Orçamento, até então rigidamente controlada pela Fazenda.

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"Naquela reunião, o presidente exigiu que lutássemos rua por rua, casa por casa", recordou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, encarregado de garantir o fluxo dos investimentos públicos no ano da reeleição.

Segundo a pesquisa CNT-Sensus, mais de 50% da população acha que a corrupção aumentou no país. A série do Datafolha mostra que, para cerca de 80%, o presidente Lula tem alguma responsabilidade nisso, mas desde janeiro o presidente voltou a liderar as pesquisas de intenção de voto.

"Antes do escândalo do mensalão, Lula era um presidente fadado a se reeleger apesar do governo, que não era bem avaliado", constatou o sociólogo Marcos Coimbra, diretor do Vox Populi.

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"Hoje, a equação se inverteu: Lula passou a depender, e muito, do desempenho do governo, bem avaliado apesar dos problemas políticos, e éticos, que seguramente serão lembrados pela oposição quando a campanha começa para valer", acrescentou.

Entre 30 de maio e 30 de junho, PSDB, PFL e PPS terão, somados, 106 minutos de programas eleitorais obrigatórios na televisão. O PT faz hoje seu último programa obrigatório, de 20 minutos.

"Os adversários do governo terão oportunidade de oferecer outro tipo de informação aos eleitores", advertiu Coimbra.

As pesquisas CNT-Sensus e Datafolha mostram que o presidente obteve sustentação política entre os mais pobres, menos escolarizados e moradores do Nordeste, numa escala inversa à de seu principal adversário, Geraldo Alckmin (PSDB).

O Planalto, no entanto, rejeita a considera ção de que Lula estaria privilegiando os segmentos e regiões mais pobres com objetivos eleitorais. "A dinamização do mercado interno favorece a distribuição de renda, mas não se dá em oposição a qualquer segmento da economia ou da sociedade", disse Dulci.

O grupo Hizbollah lançou hoje, viagra 40mg no Líbano, uma campanha de dez dias para arrecadar doações para os palestinos, que enfrentam um boicote ocidental.

Dezenas de milhares de pessoas reuniram-se em uma praça na cidade portuária de Tiro, no sul do Líbano, para lembrar o sexto aniversário da retirada israelense da região.

"Declaramos hoje que estamos ao lado do povo palestino… Somos convocados a oferecer ao povo palestino o máximo de dinheiro que conseguirmos", disse o líder do Hizbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, à multidão.

Segundo ele, as doações seriam coletadas até o dia 5 de junho e enviadas aos palestinos. Ele não deu mais detalhes sobre a campanha.

Os Estados Unidos e a Europa cortaram sua ajuda à Autoridade Palestina por causa da vitória eleitoral do grupo militante Hamas no pleito de janeiro.

O Hamas recusou-se a ceder à pressão internacional para que reconheça o direito de Israel à existência, mesmo sob a ameaça do colapso da Autoridade Palestina por causa do boicote.

O Hizbollah, que é apoiado pela Síria e pelo Irã, combateu a ocupação israelense no sul do Líbano com uma guerra de guerrilha por duas décadas, e foi essencial para a decisão israelense de deixar o Líbano em maio de 2000, encerrando uma ocupação de 22 anos.

O Hizbollah já disse ter oferecido nos últimos anos ajuda financeira a grupos militantes como o Hamas e a Jihad Islâmica. Forças de segurança israelenses acreditam que o grupo também tenha colaborado com os ataques suicidas contra Israel.

Nasrallah pediu ao Hamas e ao Fatah que acabem com a discórdia entre si. Os conflitos entre os dois grupos palestinos suscitaram o temor de que haja uma guerra civil.

"Fazemos um apelo para que vocês cooperem", disse Nasrallah. "Não permitam que haja divisões entre vocês. É um dos maiores erros, uma traição histórica, que irmãos palestinos briguem entre si."

Com 11 votos a cinco, viagra dosage a Executiva Nacional do PMDB decidiu adiar, de 11 para 29 de junho, a convenção nacional do partido que decidirá se lançará ou não candidato próprio à Presidência.

A ala independente do PMDB votou contra a proposta de mudança de data para evitar que a ala governista articulasse, nos estados, votos contra a candidatura própria.

Na manhã desta quinta-feira o senador Pedro Simon (PMDB-RS) lançou seu nome à Presidência, tendo como vice o ex-governador do Rio de Janeiro Antony Garotinho, que vinha pleiteando para si a candidatura. Ambos fazem parte da corrente contrária a aliança do partido com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os independentes do PMDB vão entrar na Justiça para reverter a decisão da executiva e manter a data de 11 de junho para realizar a convenção nacional. No último dia 13, uma convenção extraordinária derrotou, por margem estreita, a tese de candidatura própria, mas uma posição definitiva depende do encontro de junho.

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A Polônia deu ao papa alemão Bento XVI uma recepção calorosa, web mas escassa no primeiro dia da visita do pontífice ao país. Bento XVI fez a viagem para homenagear seu antecessor, seek o polonês João Paulo II, e para espantar os fantasmas remanescentes da ocupação nazista.

O novo governo conservador da Polônia compareceu em peso ao aeroporto para recebê-lo, e milhares de poloneses aplaudiram quando o papa começou seu discurso em um polonês com pouco sotaque.

Em comparação com as centenas de milhares de pessoas que costumavam encher as ruas de Varsóvia nas viagens triunfais de João Paulo II à sua terra natal, o público foi pequeno. A polícia estimou em 70 mil o número de pessoas que saiu às ruas para ver o papamóvel.

Em deferência às relações sensíveis entre a Alemanha e a Polônia , o papa Bento XVI vai evitar falar alemão durante a viagem de quatro dias, com exceção da oração no campo de concentração nazista de Auschwitz, no domingo.

"Vim para seguir os passos da vida dele, desde sua juventude até sua partida, no conclave memorável de 1978", disse o papa, referindo-se a João Paulo II.

Bento XVI prosseguiu com o discurso em italiano, língua oficial do Vaticano, dizendo que a viagem não é "apenas sentimental, mas uma jornada de fé, uma parte da missão a mim confiada pelo Senhor".

Ele visitará cidades e templos caros a João Paulo II, além do campo de concentração de Auschwitz, onde 1,5 milhão de pessoas, a maioria judeus, morreram durante a Segunda Guerra Mundial.

O papa ressaltou, antes de deixar Roma, que visitaria Auschwitz principalmente como um católico que homenageia as vítimas do Holocausto. Bento XVI alistou-se contra a vontade na Juventude Hitlerista durante a guerra e serviu numa unidade antiaérea. Ele vai se encontrar com sobreviventes e líderes judeus em Auschwitz.

"Rezamos juntos para que as feridas do século passado cicatrizem, graças ao remédio que Deus, em sua bondade, nos prescreveu, pedindo que perdoemos uns aos outros", disse o papa.

O presidente Lech Kaczynski lembrou os longos anos de trabalho de Bento XVI junto com o papa João Paulo II, afirmando que se tratava do "maior exemplo de colaboração entre um alemão e um polonês".

O alemão, bem mais reservado que seu carismático antecessor, sorriu e acenou para a multidão conforme o papamóvel passava pelas ruas de Varsóvia.

Quando a comitiva passou por um monumento fúnebre em homenagem ao levante do Gueto de Varsóvia, em 1943, Bento XVI fez um aceno com a cabeça.

Num discurso a religiosos na catedral de São João, no centro de Varsóvia, o papa Bento XVI afirmou que os padres devem se manter longe da política – um assunto sensível, já que a emissora católica de rádio Maryja apóia abertamente o governo conservador. "Não se pede que o padre seja especialista em economia, construção ou política", disse Bento XVI. "Espera-se que ele seja um especialista na vida espiritual."

As missas ao ar livre que Bento XVI celebrará amanhã em Varsóvia e no domingo em Cracóvia certamente sofrerão comparações com as visitas anteriores de João Paulo, cujas viagens no período comunista desafiaram o regime e inspiraram milhões de poloneses.

A governadora Maria de Lourdes Abadia e o presidente da Caesb, decease Fernando Leite, cheapest assinaram hoje às 11h, as ordens de serviços autorizando o início das redes de água potável, segunda e terceira etapas e de esgotamento sanitário do Pólo JK. A solenidade ocorreu ao lado da Administração de Santa Maria.

Os investimentos são no valor de R$ 10 milhões, com 750 ligações prediais industriais e aproximadamente 62 quilômetros de novas redes e linhas de recalques. “Se colocássemos essas novas redes em linha reta daria uma distância de Brasília até Formosa, em Goiás”, comparou o presidente da empresa.

As obras fazem parte do Programa Água Nossa II, implantando infra-estrutura, em saneamento, nas Áreas de Desenvolvimento Econômico e nas Feiras Permanentes, como parte das ações para geração de emprego e renda, em todo o Distrito Federal. Uma das metas prioritárias do programa é levar água, coleta e tratamento de esgotos para 100% da população do DF até o final deste ano.

Na parte de água, serão construídos 23 quilômetros de redes, com 375 ligações industriais, com investimentos de R$ 2,7 milhões. Na de esgotos, vão ser instalados 28,2 quilômetros de redes coletoras, com 375 ligações e investimentos de R$ 3,2 milhões.

O prazo de execução da obra será de seis meses. Além disso, serão construídos 8,6 quilômetros de linha de recalque de esgotos e uma estação elevatória, com três bombas de vazão máxima de 121 litros por segundo. O valor dos investimentos está estimado em R$ 4,4 milhões e o prazo de execução será de um ano.






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