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Brasília

Policial é atacada no Guará

Arquivo Geral

11/04/2013 7h36

 

 

Uma policial civil foi vítima de um sequestro relâmpago no momento em que buscava o filho de quatro anos na escola entre as quadras 13 e 15 do Guará II. Por volta das 12h, Elenilson da Silva Sousa, 26 anos, abordou a mulher que colocava o filho na cadeirinha do banco de trás do automóvel. O homem a revistou antes de fazê-la refém dentro do carro.

 

O veículo Hyundai HB20 da policial civil passou a ser dirigido pelo suspeito, que colocou a mulher no banco de trás juntamente com o filho. Durante o percurso, Elenilson, que estava armado com uma pistola calibre 38, passava as informações para um outro homem que dava cobertura em um carro supostamente do modelo Gol, de cor preta.

 

 No entanto, por não ter muito conhecimento sobre a região, o suspeito rondou o Guará por algumas horas até tentar sair para a via que dava acesso a Taguatinga. A intenção era fazer o filho da vítima de refém enquanto ela sacava quantias de dinheiro. “Durante o tempo de quase uma hora em que a vítima ficou sob poder dele o homem jogou o  celular dela para fora do carro. Ele tem um perfil  de violência”, explicou o delegado-chefe da 4ª Delegacia de Polícia, que investiga o caso,  Cláudio Ota.

 

Ao perceber a demora da mulher para chegar em casa, o marido, também policial civil , foi até a região e começou a rondar o local acompanhado de um colega também agente de polícia. Em um  semáforo fechado, o homem avistou o carro da mulher que era dirigido por Elenilson. Ao perceber a situação, o policial abordou o veículo e deu voz de prisão ao suspeito levando-o até a delegacia.

 

“O homem já tinha passado por uma blitz da Polícia Militar e, também, por uma viatura da corporação que não deram nenhum sinal de parada”, explica o delegado Cláudio Ota.

 

Prisão domiciliar

 

Elenilson cumpria regime de prisão domiciliar desde novembro passado por roubo com restrição de liberdade. Ele, inclusive, já tem passagem pela polícia por homicídio qualificado, roubo e porte de droga. “Ele alegou que não tinha nada a perder e se a vítima tentasse algo ele mataria o filho de quatro anos”, aponta Ota.

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