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Brasília

Policiais saem de Brasília em busca dos autores do crime da 113 sul

Arquivo Geral

24/08/2010 8h10

Luís Augusto Gomes

luisaugusto@jornaldebrasilia.com.br

 

Adelegada Mabel Alves de Faria, diretora da Divisão de Homicídios II da Coordenação de Crimes Contra a Vida (Corvida),  aperta o cerco aos suspeitos de envolvimento no triplo homicídio da Quadra 113 Sul. Cinco equipes com cerca de 15 agentes uniformizados e em carros caracterizados, viajaram ontem à noite. Há indícios que seja para prender os autores dos assassinatos do advogado e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, 73 anos, da mulher dele, a advogada Maria Carvalho Villela, 68, e da principal empregada do casal, Francisca Nascimento Silva, 58. No próximo sábado, faz um ano que eles foram assassinados com 73 facadas, no apartamento 601/602, do Bloco C.

 

Segundo uma fonte, o grupo de policiais iria viajar para prender pessoas. Até mesmo policiais considerados novos, que assumiram a função recentemente, foram convocados para a missão. No entanto, a fonte não contou detalhes da operação, o nome da cidade e nem se os suspeitos estariam envolvidos com o caso Villela. “Vamos com fé e esperança que tudo vai dar certo”, disse.

 

Em entrevista coletiva à imprensa, sábado, a delegada Mabel Faria afirmou ter provas testemunhais de quem participou do crime da Quadra 113 Sul. O material foi colhido no depoimento de uma pessoa que deu detalhes de como ocorreu o triplo assassinato. Ainda de acordo com a fonte, a quebra do sigilo telefônico da Adriana Villela, apontada pela polícia como principal suspeita de envolvimento na morte dos pais confirmou que no dia a arquiteta estava na casa de uma amiga no Paranoá. A mulher teria confirmado a versão.

 

Leia mais na edição desta terça-feira (24) do Jornal de Brasília.

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