Um homem suspeito de fabricar 16 mil mídias piratas foi preso na manhã desta sexta (6), por volta das 6h30, por policiais da Delegacia de Combate aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (Dcpim). José Carlos Lima de Freitas, 55 anos, estava saindo do local onde funcionava um laboratório clandestino para fabricação de CDs e DVDs piratas, na Estrutural. Ele lucrava R$3 mil, por dia, com a venda dos produtos na Feira dos Importados de Taguatinga.
Segundo o delegado Helder Arns Pedron, responsável pelo caso, a polícia identificou o suspeito após uma denúncia anônima. A investigação da Dcpim teve duração de três semanas. “Ele agia sozinho há três anos”, enfatiza o delegado. Segundo a corporação, a fábrica ficava a 200 metros da residência do suspeito. “O homem utilizava 44 gravadores de DVD em quatro torres e imprimia encartes com o uso de duas impressoras e dois tubos de tinta”, explicou.
O delegado ressaltou: “Quando uma pessoa fabrica uma mídia para uso próprio é permitido. Para o comércio, é ilegal”. A pena para o crime de violação de direitos autorais é de dois a quatro anos de reclusão. No entanto, para ser liberado o valor da fiança é R$ 2.000.