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Brasília

Polícia prende homem acusado de matar a ex-companheira

Arquivo Geral

15/08/2012 19h12

O homem acusado de matar a companheira com um tiro na cabeça, no Seto Sul do Gama, no último dia 8 foi preso, na manhã desta quarta-feira (15), por policiais da 14ª Delegacia de Polícia (Gama) quando ele se preparada para deixar o Distrito Federal em direção a Goiás. H.B.S, 31 anos foi preso por força de um mandado de prisão preventiva quando ele estava no bairro de Boa Vista, no Novo Gama.

 

De acordo com a investigação o crime ocorreu logo após a discussão entre o suspeito e sua namorada de 26 anos. O homem teria sentido falta de uma pequena porção de drogas e dinheiro e acabou acertando a testa da mulher co um tiro à queima-roupa. A mulher morreu na hora.

 

Segundo o delegado-chefe da 14ª DP, Edson Viana de Oliveira, o homem levou o corpo da mulher em uma bicicleta para  um terreno baldio próximo ao local onde morava, no Setor Sul do Gama. “A ideia dele era incinerar o corpo da vítima, mas o fogo não foi suficiente e o cadáver só ficou parcialmente queimado. Logo em seguida ele resolveu fugir”, disse o delegado. O homem que tinha cabelos longos e barba foi encontrado com os cabelos cortados e barba feita, para tentar despistar a polícia.

 

No início das investigações, os policiais suspeitaram que poderia ter ocorrido uma luta corporal entre o casal, em decorrência da grande quantidade de sangue que havia no quarto onde foi o crime. “No entanto afastamos essa hipótese, pois a perícia apontou que o projétil transfixou a cabeça da vítima. Não foram encontrados vestígios de sangue da vítima”, explicou o delegado.

 

O homem preso pelo homicídio já tinha uma extensa ficha criminal. Ele já havia respondido por crimes como furto, porte ilegal de arma e dois latrocínios (roubo seguido de morte). Por um deles, o suspeito havia cumprido dez anos de prisão e atualmente estava em regime condicional. “Esse suspeito pe considerado um homem violento e agora perderá o benefício tendo que cumprir o restante da pena, sem falar na pena que será decidida após ele ser julgado por esse homicídio”, destacou Edson Viana. A vítima já havia registrado ocorrências de agressão, mas em relação a outros companheiro . Não existia medida protetiva contra o autor do crime.

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