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Brasília

Polícia leva Adriana até a cena do crime para nova perícia

Arquivo Geral

30/08/2010 8h55

 

Da Redação

redacao@jornaldebrasilia.com.br

 

Presa há 15 dias no Presídio Feminino do Distrito Federal, conhecido como Colmeia, sob  acusação de atrapalhar as investigações do assassinato dos próprios pais e de uma das empregadas do casal, a arquiteta Adriana Villela, 46 anos, voltou ao apartamento no Bloco C da 113 Sul, onde ocorreu o crime, levada por policiais e peritos em busca de evidências para elucidar o crime. Ela vestia roupas brancas e estava algemada. 

 

O advogado de Adriana, Rodrigo Alencastro, classificou como desnecessário o fato  de a cliente estar algemada e ter sido colocada no cubículo da viatura policial. “Adriana não é uma presa que oferece perigo social ou de fuga”, justificou.

 

A prisão temporária de 30 dias para Adriana Villela foi decretada no último dia 16 pelo juiz Fábio Francisco Esteve, substituto do Tribunal do Júri de Brasília. Além de Adriana, o magistrado mandou prender também  o policial civil José Augusto Alves, a ex-faxineira do casal, Guiomar Barbosa da Cunha, a paranormal Rosa Maria Jaques e o marido dela, João Tocchetto de Oliveira. Apenas Adriana permanece presa. 

 

Mas a filha do casal assassinado há um ano poderá ser solta esta semana.  Na próxima quinta-feira, o desembargador Romão Cícero, da Primeira Turma Criminal  do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), vai decidir se concederá liberdade a ela.

 

A procuradora de Justiça Marinita  Maria da Silva teria apresentado sexta-feira o parecer sobre o habeas corpus. Como a próxima sessão da turma ocorre quinta-feira, há uma grande expectativa dos advogados de defesa, de parentes e amigos de que Adriana possa ser solta antes deste prazo. “Acreditamos na inocência  dela e no trabalho do Poder Judiciário”, disse  Alencastro.

 

Leia mais na edição desta segunda-feira (30) do Jornal de Brasília.

 

 

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