A Polícia Federal entrou no caso do furto de R$ 164 mil em dinheiro no final do mês passado, na casa de um corretor escriturário da Caixa Econômica Federal. A PF abrirá um inquérito para investigar de que forma o funcionário da CEF tomou poder da quantia que fora roubada, mas recuperada por policiais logo em seguida.
Na época, ao prestar depoimento na 23ª DP (P Sul), o homem teria dito ao delegado que o dinheiro era proveniente de rendimentos extras, pagos a ele para dar celeridade a processos de aquisição de imóveis do programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal.
A PF agora quer saber se o suspeito agia sozinho, ou se recebia ajuda para praticar o delito. Além disso, a investigação também vai apurar se a renda mensal do homem é compatível com os valores movimentados em sua conta bancária. A Caixa Econômica enviou, na última quarta-feira, os documentos essenciais para colaborar nas investigações.
Durante o processo de apuração, que pode durar 30 dias ou mais, os documentos passarão pela Corregedoria da Polícia Federal e depois irão para as mãos de um delegado que será responsável pela investigação do caso. Após o inquérito ser concluído pela PF, os documentos serão enviados ao Ministério Público.