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Brasília

Polícia Civil prende trio acusado de vender anabolizantes e abortivos

Arquivo Geral

16/07/2013 19h17

Com a ajuda de denúncias anônimas, agentes da Delegacia de Combate aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DCPIM), da Polícia Civil deflagraram, hoje, uma operação para prender três pessoas suspeitas de comercializar, ilegalmente, anabolizantes e medicamentos como abortivos, todos proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

“A fiscalização para controlar a venda deste tipo de produto é muito difícil, pois boa parte deles entram no País por estradas vicinais ou rios que fica na divisa entre Brasil e Paraguai”, explicou a delegada Érika Borges, da DCPIM.

 

Entre os medicamentos foram encontrados 320 comprimidos do abortivo Cytotec, 490 ampolas de Lipostabil, utilizado para uma técnica de lipoaspiração sem cortes, 9.160 comprimidos de Pramil, vendido como estimulante sexual, e anabolizantes, como apontou as investigações da unidade especializada.

 

Após receberam uma série de denúncias anônimas, os policiais foram até a casa de uma mulher – que já tinha sido detida anteriormente por crimes como tráfico de drogas e contrabando – suspeita de comandar a venda das substâncias proibidas.

 

Além da mulher, a operação também resultou na prisão do filho e do genro da mulher, todos apontados articuladores das vendas que ocorriam por meio de indicações e encomendas feitas por meio de telefone e redes sociais.

 

Em depoimento à polícia, a mulher presa durante a operação afirmou que estava trabalhando com venda de roupas e, ao chegar ao Paraguai, decidiu comprar os medicamentos para vender no Brasil.

 

Os três presos serão autuados por depósito de medicamentos sem registro ou procedência ignorada e podem pegar de 10 a 15 anos de prisão.

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