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Brasília

Planos para a mobilidade no Distrito Federal

Arquivo Geral

18/01/2015 11h31

A adoção do bilhete único e a ampliação do metrô estão no plano de ações da   Secretaria de  Mobilidade. O titular da pasta,  Carlos Tomé, explica as prioridades  nos 120 dias iniciais de gestão:  “A primeira medida  é uma reforma institucional no setor — Secretaria de Mobilidade, DFTrans, TCB e Metrô. Vamos readequar o papel de cada uma dessas instâncias”.

Outros três pontos estão sendo desenvolvidos. Um deles é o  estudo  para aumentar a eficiência operacional do sistema de mobilidade. Hoje, o Metrô e cada  empresa  de ônibus   têm um centro de comando   com dados sobre a respectiva frota. “É preciso criar um controle central que permita o funcionamento articulado”, diz o Tomé. O monitoramento será feito pelo governo em tempo real.

Assim,  será possível trabalhar em três dimensões de integração: a física, que ofereça ao passageiro infraestrutura adequada no transbordo; a operacional, que permita descer de um carro para entrar em outro num curto espaço de tempo; e a tarifária, relacionada ao bilhete único. “A pessoa vai pagar uma passagem e fazer o trajeto todo”, diz.

Outro item   diz respeito ao início da licitação de obras com recursos assegurados. Entre elas estão  o corredor de transporte coletivo norte, ligando o Plano Piloto a Sobradinho e a Planaltina, e o metrô na Asa Sul e na  EPTG, além da extensão de linhas para Asa Norte, Samambaia e Ceilândia.

O último ponto é começar os projetos que não foram feitos, como  a Via Interbairros – do Setor Policial Sul a Samambaia, passando pelo Guará,  Águas Claras e  Taguatinga – e o corredor  com veículos leves sobre trilhos desde o Sol Nascente.

Saiba Mais 

A posição do GDF será de comprometimento quanto às ferrovias, levando a  Luziânia e Goiânia, e a criação de   linha    entre Águas Lindas (GO), Cei- lândia, Taguatinga,  Estrutu- ral, Rodoferroviária e SIA. 

 

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