A adoção do bilhete único e a ampliação do metrô estão no plano de ações da Secretaria de Mobilidade. O titular da pasta, Carlos Tomé, explica as prioridades nos 120 dias iniciais de gestão: “A primeira medida é uma reforma institucional no setor — Secretaria de Mobilidade, DFTrans, TCB e Metrô. Vamos readequar o papel de cada uma dessas instâncias”.
Outros três pontos estão sendo desenvolvidos. Um deles é o estudo para aumentar a eficiência operacional do sistema de mobilidade. Hoje, o Metrô e cada empresa de ônibus têm um centro de comando com dados sobre a respectiva frota. “É preciso criar um controle central que permita o funcionamento articulado”, diz o Tomé. O monitoramento será feito pelo governo em tempo real.
Assim, será possível trabalhar em três dimensões de integração: a física, que ofereça ao passageiro infraestrutura adequada no transbordo; a operacional, que permita descer de um carro para entrar em outro num curto espaço de tempo; e a tarifária, relacionada ao bilhete único. “A pessoa vai pagar uma passagem e fazer o trajeto todo”, diz.
Outro item diz respeito ao início da licitação de obras com recursos assegurados. Entre elas estão o corredor de transporte coletivo norte, ligando o Plano Piloto a Sobradinho e a Planaltina, e o metrô na Asa Sul e na EPTG, além da extensão de linhas para Asa Norte, Samambaia e Ceilândia.
O último ponto é começar os projetos que não foram feitos, como a Via Interbairros – do Setor Policial Sul a Samambaia, passando pelo Guará, Águas Claras e Taguatinga – e o corredor com veículos leves sobre trilhos desde o Sol Nascente.
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A posição do GDF será de comprometimento quanto às ferrovias, levando a Luziânia e Goiânia, e a criação de linha entre Águas Lindas (GO), Cei- lândia, Taguatinga, Estrutu- ral, Rodoferroviária e SIA.