João Pedro Netto
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Segurança pública, saúde, assistência social, educação, emprego. Se o problema das drogas está relacionado com diversas áreas da sociedade, o enfrentamento também precisa ser feito em várias frentes. O alcance e a capacidade de penetração dos entorpecentes fazem com que haja demanda por essas substâncias em todas as classes sociais. E os impactos provocados por esse comércio são sentidos pela população do Distrito Federal e Região Metropolitana – das bocas de fumo às cracolândias, dos pequenos furtos às chacinas.
Até hoje, o Governo do Distrito Federal (GDF) nunca percebeu ou enfrentou o problema de forma integrada. “Antes, o DF não possuía um plano, ou ações integradas. Tudo era feito de modo disperso, isolado”, admite o subsecretário de Políticas de Prevenção ao Uso de Drogas, da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejus), Aldi Roldão. Mas, agora, o Executivo se movimenta para anunciar, em breve, o Plano Distrital de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas. “O DF se prepara para cumprir um papel que estava esquecido. Em breve será lançado o plano, que prevê ações intersetoriais, integradas, visando prevenção, acolhimento, tratamento, reinserção social, capacitação, geração de renda, repressão e pesquisa”, explica Roldão.
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