Carlos Carone
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Os desdobramentos da Operação Tormenta, da Polícia Federal, que desarticulou uma quadrilha nacional especializada na venda de gabaritos de concursos públicos já estão estão em andamento. Um dos delegados que investiga o caso viajou, ontem pela manhã, para Santos (SP), onde parte do esquema criminoso funcionava. A ideia é interrogar um grupo de suspeitos e ter acesso a mais detalhes de como as provas eram vazadas dos órgãos organizadores e como agiam os aliciadores de concurseiros.
O delegado Vítor Hugo Alves, que foi até Baixada Santista para dar continuidade às apurações, pretende identificar, também, um número maior de beneficiários do esquema, que podem ser delatados durante os interrogatórios. Os federais querem mais detalhes sobre as engrenagens que movimentava o esquema, principalmente no que diz respeito às transações de compra e venda de provas. Ainda não ficou claro para os investigadores se algum órgão que organiza e aplica as provas tem algum funcionário envolvido.
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