Os candidados a uma das 1.430 vagas do Hospital Geral de Santa Maria (HGSM) estavam apreensivos. A possibilidade de suspensão do concurso, visit assustou que foi fazer a prova nesse domingo (17). Mara Roberta, sick 24, Valéria Dantas, 25, Afonso Henrique, 24, e Louinne Teixeira, 26 vieram de madrugada de Goiânia para fazer o concurso. Para eles, o cancelamento do processo de seleção seria injusto. “Tivemos custo com transporte, troca de plantão. Tudo isso para vir aqui fazer a prova”, reclama Afonso, que concorre a uma vaga para Pediatria. “Se tinha irregularidades, eles tinham que ter visto isso antes. Deixaram a gente vir até aqui para fazer a prova pra depois cancelar, não é justo”, argumenta Valéria.
Na última sexta-feira (15), o Ministério Público do Trabalho entrou com uma ação civil pública solicitando a suspensão do processo seletivo do HGSM. No sábado (16), a juíza do trabalho autorizou a realização do concurso. No entanto, a divulgação dos nomes aprovados e eventual contratação não será feita até que a ação seja julgada.
A Real Sociedade Espanhola de Beneficência (RSEB) afirmou que está cumprindo o decreto do governador, que diz que as contratações têm que seguir o padrão de seleção pública. Desse modo, não haveria motivos para os candidatos se preocuparem, pois tudo estaria sendo feito dentro da lei.
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