Os dois patos de borracha permaneceram no galpão da Agefis até hoje, mas foram levados pela Agefis durante uma operação de interdição de pousadas sem autorização para funcionar na 703 Sul, no dia 20/07. Nesta terça-feira, representantes da Fiesp foram pagaram R$ 1.474,26 pela “liberdade” dos patinhos. O valor é relativo aos custos da operação (proporcional à quantidade de material apreendido) e pelas diárias no depósito.

Jornal de Brasília
Os quatro sacos de animais de pelúcia e infláveis e dois patos grandes de plástico estavam guardados em sacos em uma pousada, enquanto não ia às ruas. O patinho inflável da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ficou famoso durante os protestos políticos a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Roussef. Já sobre a apreensão dos patinhos em uma pensão de funcionamento ilegal, a Fiesp não se pronunciou.