Pedro Wolff
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Não diferente da quase totalidade dos 68 parques do Distrito Federal, o Parque Ecológico Taquari está completamente abandonado. Com uma área de 67 hectares ele está localizado entre o Setor Habitacional Taquari e a Vila Varjão. O desrespeito ao meio ambiente é visível em toda a sua extensão. Muito entulho acumulado, ausência de vegetação nativa e nenhuma placa para avisar aos motoristas que se estão diante de um parque. O único local cercado é a parte alta do setor.
O prefeito comunitário do Setor Taquari, César Fonseca Ramalho, disse que, desde 2004, nas gestões anteriores tanta-se junto à administração do Lago Norte viabilizar a construção de um alambrado para delinear todos os limites do parque. “Tem uma estrada de terra que liga ao Varjão, mas nem nós temos certeza se é ou não dentro do parque”, aponta o prefeito comunitário.
“Depois que for possível delinear os limites do parque podemos pensar em infraestrutura”, queixa-se o Ramalho. Ele diz que o maior sonho de todos os moradores do Setor é transformar aquele parque em um semelhante ao Olhos D’Águas, localizado na Asa Norte.
Além disso, Ramalho diz faltar financiamento para uma eventual obra de infraestrutura, pois os R$ 1,5 mil mensais que a prefeitura comunitária arrecada dos moradores é destinado às prioridades de seu setor. Sem essa falta de opção de lazer, os moradores do Setor Taquari praticam cooper pelas ruas da cidade que não possuem calçadas, e almejam a conclusão de uma praça onde está sendo construídas uma quadra poliesportiva e um skate park.
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