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Brasília

Parati, um carro sempre jovem, durante trinta anos

Arquivo Geral

22/03/2014 8h40

Um grande sucesso que atravessou gerações, com uma história de três décadas nas ruas brasileiras, a Volkswagen Parati deixou as linhas de produção em 2012. Mas os aficionados pelo carro – que não são poucos – podem levá-lo para a estante. A promoção Carros Nacionais, do Jornal de Brasília, traz, a partir de amanhã, os selos para a troca pela miniatura da perua.

O público conheceu a Parati no ano de 1982, ou seja, dois anos depois que o Gol – carro do qual ela deriva – foi lançado. Sua missão era ocupar a lacuna que  a descontinuidade da VW Variant havia deixado. Fortalecia o cenário o fim da linha também para a Brasília.  Só que, da necessidade, nasceu um carro muito maior, com acabamento superior e um design que já era vencedor.   

Desta forma, apesar do apelo funcionalmente “cargueiro” e familiar, a estética da Parati apresentava,  para os padrões da época, um ar jovial, com suas linhas retas e frente proeminente.  

Quatro gerações teve a Parati, sempre acompanhado a evolução do Gol. E, diferentemente do Voyage, que chegou a sair de linha,  a station-wagon   se manteve firme durante 30 anos. Ou seja, aos fãs do carro, não seria um desatino pensar no seu retorno, ditado pelo mercado, conforme ocorreu com o sedã.  

Quem quiser ter a Parati   deve juntar os sete selos (vale o curinga), adicionar R$ 13,90 e fazer a troca na sede do Jornal de Brasília ou nos demais postos de troca.

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