Menu
Brasília

Para ficar de bem com o espelho e com elas

Arquivo Geral

08/04/2013 7h50

As atividades de beleza e estética, que antes eram  quase que exclusivas das mulheres, agora atraem uma clientela diariamente mais assídua e preocupada com o bem-estar: o público masculino.

 

Antenados com a vaidade, os homens modernos cada vez mais se adaptam aos cuidados com a pele, corpo, cabelo, saúde e mente. Por isso, a procura por salões de beleza, clínicas de estética, SPAs e consultas dermatológicas são rotinas que aqueles, conhecidos como metrossexuais, não abrem mão. 

 

O material utilizado na busca pela boa aparência varia desde hidratantes, xampus específicos, creme antirrugas, tratamentos faciais até serviços de unha e massagem.

 

Bem-estar

Um exemplo é o personal trainer Wesley Paixão, 37 anos. Casado há três meses, ele faz depilação, limpeza de pele, sobrancelha, unha do pé e da mão. Tudo é incentivado pela mulher.

 

“A preocupação está atrelada também à saúde. Minha mulher inclusive participa. Ela me dá dicas e nós até vamos aos tratamentos juntos. Mas o importante é se sentir bem consigo mesmo, o que acontece comigo”, aponta.

 

Investimentos

Estudo feito por um site britânico revela que eles estão desembolsando mais com o bem-estar que as mulheres. O levantamento feito com dois mil britânicos destaca que o sexo masculino gastam uma média de 46,79 libras em procedimentos de beleza, – que inclui cortes de cabelo, depilação e tratamento facial. Já as mulheres gastam uma média de 41,79 libras em depilação, roupa de cama nova e lingerie.

 

Mary Menezes, proprietária do salão de beleza e clínica Mary’s Studios, destaca que 30% dos seus clientes são homens. Ela ressalta que, quando o público masculino tende a ser mais vaidoso, os cuidados chegam a ser maiores do que comparado às mulheres. 

 

“O que é mais procurado por eles é a depilação, seguida da limpeza de pele, cortes de cabelo mais modernos e até serviços de unha”, revela. “Os homens estão deixando de ser  tímidos, mas a vaidade sempre foi uma característica deles. A diferença é que antes o receio era maior do que hoje em dia”, aponta .

 

Mary acredita que elas podem ter um papel nesse comportamento. “Muitos vêm com as mulheres e até acompanhados dos filhos. Inclusive as companheiras os incentivam. Em alguns casos eles fazem os tratamentos juntos”, destaca.

 

Leia mais na edição impressa desta segunda-feira (08) do Jornal de Brasília. Acesse www.clicabrasilia.com.br/edicaodigital e confira.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado