Da Redação
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Síndrome da Angústia Respiratória do recém-nascido. Uma doença simples de diagnosticar, mas se não for tratada em tempo hábil pode causar a morte do bebê. Foi assim que morreu, em abril, Alexandre da Silva Britto Júnior, vítima dessa síndrome. A família denuncia o caso e suspeita de negligência médica no Hospital Renascer, de Samambaia.
A mãe, Sheila Cristina de Souza Britto, conta que deu entrada no hospital na manhã do dia 18 de abril de 2010 para realizar a cesariana. “Quando saí da ala cirúrgica do hospital fiquei de frente para o berçário. Ouvi o meu neném gemer, e logo vi que ele não estava bem. Pedi ajuda, mas a enfermeira responsável pela área, Elisângela, não estava lá. Pedi ajuda para a circulante, Socorro, que se mobilizou para localizar a enfermeira, que foi encontrada mais de meia hora depois”, conta a mãe.
A mãe relata ainda que durante todo o dia Alexandre permaneceu no berçário. Segundo Sheila, a recomendação dos pediatras é para que, após três horas de vida, ou a criança vá para o quarto da mãe, ou é transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Meu marido e eu não entendíamos porque nosso bebê continuava lá. Toda vez que íamos perguntar para a enfermeira (Elisângela) o que estava acontecendo, ela nos tranquilizava, dizendo que o bebê estava bem, tinha se alimentado e permanecia na máquina de oxigenação porque estava um pouco cansado, e que iria para o quarto em alguns instantes. Isso foi por volta de meio-dia”, conta a mãe.
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