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Brasília

Pais continuam levando suas crianças para trabalhar no Lixão da Estrutural

Arquivo Geral

16/04/2012 7h39

Leandro Cipriano

leandro.cipriano@jornaldebrasilia.com.br

 

Apesar de expressamente proibido por lei, o trabalho infantil no lixão da Estrutural continua uma triste realidade. Nas mais de três horas que a reportagem do Jornal de Brasília esteve presente no local, pôde contar a presença de, pelo menos, três crianças trabalhando. Uma delas não deveria ter mais de cinco anos.

 

Nem mesmo as diversas placas proibindo a entrada e permanência de menores de idade parecem as inibir. Segundo os seguranças do lixão e catadores, muitas vêm acompanhadas dos próprios pais, o que dificulta ainda mais controlar a situação.

 

A catadora Eleuza de Morais, 36 anos, afirma que é comum ver todos os dias menores de idade trabalhando no local. “A maioria deve ter seus 16, 17 anos. Mas tampam o rosto e passam despercebidos. Os mais pequenos costumam entrar com os próprios pais, ou entram escondidos pela mata que tem do outro lado do lixão”, contou Eleuza.

 

“Tem pessoas que atravessam as crianças e fazem elas trabalharem. Principalmente porque os menores ganham menos pelo trabalho”, denunciou a catadora Susana Pereira, 41 anos.

 

Leia mais na edição impressa desta segunda-feira (16) do Jornal de Brasília.

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