Cristina Sena
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A Polícia Civil de Goiás investiga se o padre E.S., diretor do abrigo interditado pela Vigilância Sanitária em Luziânia, ele teria desviado dinheiro de benefícios de alguns dos abrigados para uso fora da instituição. Caso a suspeita seja confirmada, ele poderá ser indiciado por estelionato, homicídio culposo e maus-tratos. O abrigo tem 28 pessoas internas e a maioria delas não tem para onde ir.
Por volta das 7h de domingo, a interna Irene Teodoro Pereira, 34 anos, foi encontrada morta. De acordo com a polícia, ela estava em uma área conhecida como quarto de castigo, onde os internos, a maioria com transtornos mentais, eram supostamente trancados por dias.
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