Os corpos dos seis rapazes assassinados em Luziânia serão identificados por meio de um processo tecno-científico feito a partir da análise do DNA do osso da tíbia. Esse procedimento foi adotado devido ao nível avançado de decomposição dos cadáveres. Inicialmente, cogitou-se a verificação através da arcada dentária (método mais utilizado nesses casos), no entanto, o recurso pouco ajudou.Os ossos serão trazidos para a Polícia Federal de Brasília, responsável pela averiguação.
Na manhã de hoje, familiares se reuniram no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura e Agronomia de Luziânia (CREA) para discutirem detalhes sobre o velório coletivo que já tem local confirmado, o ginásio Estrela Dalva.
A data dependerá do processo de identificação dos corpos que pode ter duração mínima de 15 dias. Somente a Família de Flávio Augusto optou por não participar do velório coletivo.
O suposto autor dos assassinatos, o pedreiro, Admar de Jesus está preso em caráter preventivo de 30 dias, podendo ser prorrogado.