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Brasília

Orgão que regulamenta os condomínios horizontais do DF tem nova coordenadora

Arquivo Geral

15/02/2011 7h20

Bruna Sensêve
bruna.senseve@jornaldebrasilia.com.br

 

Nesta segunda-feira, Ralcilene Santiago da Frota tomou posse como a nova coordenadora-chefe do Grupo de Análise e Aprovação de Parcelamentos do Solo e Projetos Habitacionais (Grupar). O órgão não está funcionando desde a exoneração de seus 16 funcionários, no início da nova gestão do Governo do Distrito Federal. Os técnicos que formavam um grupo multidisciplinar focado na regularização de condomínios horizontais do DF tiveram que retornar aos seus órgãos de origem, paralisando todas as atividades. O secretário de Habitação do DF, Geraldo Magela, garantiu que os trabalhos serão retomados ainda esta semana.

 

A manauense Ralcilene Santiago disputou vaga para deputada distrital nas eleições de 2006 pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), porém, não obteve êxito. Antes disso, ocupou o cargo de coordenadora-geral de Apoio, Capacitação e Eventos Esportivos do Departamento de Esporte Universitário da Secretaria Nacional de Esporte Educacional, no Ministério dos Esportes. Até dezembro de 2010, exerceu cargo comissionado como secretária parlamentar no gabinete do então deputado federal Rodrigo Rollemberg. Originalmente, ela é servidora do quadro da Secretaria de Educação do DF. Seu extenso currículo, sem atuação em órgãos ou causas fundiárias, é o que incomoda os moradores e associações que representam os condomínios horizontais do Distrito Federal.

 

Júnia Bittencourt, presidente da União de Condomínios Horizontais e Associações de Moradores do Dsitrito Federal (Única-DF), que já ocupou cargo no GDF, questiona a falta de conhecimento da nova coordenadora dos problemas enfrentados pelos moradores e sua inexperiência em si com a questão fundiária no DF. “Fico preocupada e já havia externado a opção de colocar alguém despreparada e sem conhecimento da questão fundiária e do processo de regularização. Com certeza, a nova coordenadora pode ficar a par do assunto com o tempo, mas não temos esse tempo. Estamos parados há meses, perdendo prazos e dando maior lentidão ao processo.”
decisão política

 

 

Leia mais na edição desta terça-feira (15) do Jornal de Brasília

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