Bruna Sensêve
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No Itapoã, o Orçamento Participativo não fez tanto sucesso entre os moradores como em outras regiões administrativas. Alguns delegados eleitos não chegaram a participar das reuniões e as diferenças gritantes do que foi enviado à Coordenadoria de Cidades e o que foi proposto nas plenárias pela comunidade mostram certa desorganização na realização de todo projeto naquela cidade.
O que mais chama atenção é o número extremamente reduzido de demandas para uma cidade com população majoritariamente de baixa renda e com necessidades urgentes de implementação de equipamentos públicos e infraestrutura básica. “O processo foi muito desorganizado. Não sabíamos o que poderíamos pedir e colocaram um limite de verbas de R$ 150 mil para cada setor. Ainda assim, as demandas que colocamos não foram aceitas e não entraram na lista final da cidade, somente o que a administração propôs.”
Leia mais na edição desta terça-feira (30) no Jornal de Brasília.