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Brasília

Ocupações irregulares viram briga na Justiça

Arquivo Geral

17/07/2010 9h28

Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br

 

Localizado entre a SHIS QL 26 ao sul e a QL 28 ao norte, o Parque das Copaíbas existe há aproximadamente 14 anos. O parque ecológico que muitos moradores do Lago Sul nem mesmo sabem de sua existência, é um celeiro da diversidade ecológica e serve como cenário para estudo de pesquisadores e estudantes, que visitam o local para conhecer sua vasta flora nativa do Cerrado. Entre as atrações estão o Córrego Manoel Francisco, também conhecido como Córrego das Antas, diversos olhos d’água e nascentes ali existentes. Ultimamente, a vegetação do parque sofre com a degradação por conta de várias ocupações irregulares de moradores nas áreas de preservação.

 

Segundo Rosatilde Carvalho, coordenadora de Parques do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – Brasília Ambiental (Ibram), todos os moradores já foram notificados a se retirar do lugar. Existe na Justiça processos individuais para cada morador. Esses processos já estão em fase de desocupação. Com a lentidão da Justiça, o Ibram aguarda decisão final para remover de vez esses moradores. De acordo com a Assessoria do Instituto, desde 1999 os órgãos de meio ambiente competentes, em conjunto com outras secretarias de estado e com o SIV-Solo, realizam ações no sentido de minimiar ou eliminar os conflitos fundiários em torno dessa área, sem obter muito sucesso. A fiscalização do Ibram já realizou operações para retirada de moradores na área do parque.

 

A Subsecretaria de Defesa do Solo e da Água (Sudesa), informou que hoje no local existem oito chácaras identificadas. Os invasores perderam o processo liminar judicial para continuar no local. Depois das notificações ambientais, estão em uma fase chamada intimações demolitórias, onde a Agência de Fiscalização do DF (Agefis) entrará com a notificação para cumprir a determinação de demolição no local. Em caso de não cumprimento no prazo, a Agefis irá erradicar as chácaras existentes no local de preservação.

 

Leia mais na edição deste sábado (17) do Jornal de Brasília.

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