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Brasília

Obras no Setor Noroeste estão aceleradas

Arquivo Geral

26/02/2010 8h31

Mariana Sacramento

Diferente do que foi especulado, o metro quadrado do Noroeste não é o mais caro do Distrito Federal. Morar no primeiro bairro ecologicamente correto do Brasil custa o equivalente a residir em outras áreas nobres da capital da República. O preço médio do metro quadrado do novo setor habitacional é de R$ 8,5 mil a R$ 9 mil, o mesmo praticado no Plano Piloto e no Sudoeste. “Ninguém está lançando acima deste valor”, afirma o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF), Júlio César Peres. No canteiro, as obras aceleram e começam dar forma ao Noroeste.

O bairro compreende 821 hectares e está localizado entre o final da Asa Norte e a Água Mineral. Ao todo, 15 empreendimentos foram lançados. A previsão é que outros oito deverão ser anunciados pelos empreendedores nos próximos dois meses. Cerca de 50 empresas estão investindo no novo bairro, o que já rendeu a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) mais de R$ 1 bilhão em licitações de projeções residenciais e comerciais. 

Apenas 25 % dos espaços disponíveis à construção foram ofertados pela Terracap. Ainda restam 315 projeções, que deverão ser licitadas  até 2012. “Acreditamos no Noroeste. Enquanto houver oferta, o mercado vai absorver”, garante o diretor do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (Secovi-DF), Ovídio Maia. O vice-presidente do Sinduscon, Júlio César Peres, tem a mesma opinião. “O grande problema é a falta de lote. Se houver disponível será comprado, mesmo que seja para a construtora construir daqui um ano. O melhor investimento é ter o nosso estoque”, disse.    

Leia mais na edição desta sexta-feira (26) no Jornal de Brasília.

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