Cristina Sena
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O número de habilitações de motociclistas suspensas pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), por infrações relacionadas a imprudência ou falta de segurança, aumentou 240% entre fevereiro e março deste ano, enquanto o número de óbitos sobre duas rodas caiu drasticamente. Em todo o ano passado, 111 motociclistas perderam a vida nas vias urbanas do DF. Média de nove mortes por mês. Em março, não houve óbitos de motociclistas.
Para o chefe do Núcleo de Policiamento do Detran, Nelson Leite, a diminuição das mortes é resultado da maior frequência das operações de fiscalização, intensificadas a partir do último semestre de 2010. O número de carteiras suspensas está relacionado à maior agilidade no julgamento de processos, que costumam tramitar por até dois anos, por falta de pessoal. Este ano, foram 24 operações, com 188 motocicletas apreendidos e 63 condutores flagrados sem carteira. “A infração mais comum é a falta da CNH categoria A. Cerca de 80% das apreensões são por esse motivo”, ressalta.
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