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“Novo Lázaro”: Polícia confirma troca de tiros próximo a Abadiânia

Não se sabe ainda se Wanderson participou do tiroteio. Autor de homicídios no último fim de semana segue foragido

Foto: Reprodução

A Polícia Militar de Goiás (PMGO) apura uma troca de tiros ocorrida na madrugada desta quarta-feira (1º) entre um fazendeiro e um homem numa chácara a 7 km de Abadiânia. O tiroteio pode ter sido protagonizado pelo caseiro Wanderson Mota Protácio, de 21 anos, que matou de matar a mulher grávida, a enteada e um fazendeiro em Corumbá de Goiás no último domingo (28).

O tiroteio é confirmado; não se sabe ainda, no entanto, se Wanderson participou da troca de tiros. O caseiro fugiu após os homicídios no domingo e estaria em uma área de mata entre Abadiânia e Alexânia.

Segundo a PMGO, um fazendeiro chegava em casa, por volta de 2h, quando foi surpreendido por dois tiros. Um atingiu a caminhonete do proprietário. Ele revidou, mas não sabe se atingiu alguém. Ele também não foi atingido.

Policiais vasculham a área do Lago Corumbá, que é próxima de onde o tiroteio aconteceu.

Terceiro dia de buscas

As buscas por Wanderson Mota Protácio, de 21 anos, chegaram ao terceiro dia nesta quarta-feira (1º). Suspeito de matar a mulher grávida, a enteada e um fazendeiro Abadiânia-GO, Wanderson está foragido desde o último domingo, o que amedronta moradores da região.

Wanderson assassinou e degolou a facadas a companheira Raniere Aranha, 19 anos, e a enteada Geysa Aranha, 2 anos e 9 meses, na noite do último domingo (28), em Corumbá de Goiás, localizada a cerca de 124 km de Brasília. O criminoso também invadiu a fazenda vizinha, roubou a arma do fazendeiro Roberto Clemente de Matos, 73 anos, e atirou contra ele. O homem também disparou contra a esposa de Roberto, Cristina Nascimento da Silva, 45 anos, que sobreviveu.

Outro fator que preocupa moradores é a semelhança com o “Caso Lázaro”: em junho deste ano, Lázaro Barbosa de Sousa cometeu uma chacina contra uma família que vivia em uma chácara no Incra 9, em Ceilândia, e conseguiu fugir de mais de 200 policiais durante 20 dias entre as regiões de mata de Ceilândia, Águas Lindas de Goiás e Cocalzinho de Goiás. Durante os dias de fuga, Lázaro invadiu e roubou fazendas, trocou tiros, sequestrou moradores e mobilizou polícia e imprensa antes de ser morto em confronto com policiais.

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