Ana Paula Andreolla
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O juiz do Tribunal do Júri de Brasília, Fábio Esteves, decretou, na noite de ontem, a prisão preventiva domiciliar do empresário Nenê Constantino, com ordem espessa para que a prisão seja cumprida no Distrito Federal.
O pedido foi feito pelo promotor do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Bernardo Urbano, que considera a prisão necessária para evitar que Constantino continue interferindo nas provas e ameaçando testemunhas.
“O Ministério Público tem plena convicção do envolvimento de Constantino e Vanderlei Batista na tentativa de homicídio sofrida por João Marques dos Santos no dia 18 de fevereiro. João é uma testemunha-chave em um dos processos que Constantino responde, e atitudes como essa mostram que é um risco ele continuar em liberdade”, opinou o promotor.
O promotor também pediu a prisão preventiva de Vanderlei Batista, mas, até o fechamento dessa edição, ainda não havia saído uma decisão.
O pistoleiro João Marques dos Santos foi atingido com três tiros na porta de sua casa, no bairro Jardim Brasília em Águas Lindas de Goiás. Ele trabalhou por mais de 20 anos com Constantino, e confessou ter matado oito pessoas a mando do empresário nesse período.
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