Da Redação
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Foram negadas as liminares impetradas pela defesa dos delegados presos na última sexta-feira (8), por supostamente atrapalhar as investigações da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) contra o doleiro F.A.T., acusado de lavagem de dinheiro envolvendo um time de futebol de Ceilândia. Os dois são acusados de violar o sigilo funcional e coagir um agente da Deco para obter informações sobre o inquérito e depois supostamente repassá-las aos doleiro. A defesa de F. também tentou recurso, porém, também foi indeferido. A justiça não divulgou o teor da decisão, porém eles devem permanecer presos até o julgamento do mérito dos pedidos de habbeas corpus para reverter a prisão preventiva.
O pedido foi indeferido neste sábado (9), pelos desembargadores do plantão da 2ª Instância do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Os promotores levaram em consideração o depoimento de um agente que teria sido intimidado pelos delegados e pelo doleiro. Ele disse que os delegados teriam pressionado para obter informações após seu depoimento ao Ministério Público. Ainda segundo ele, os delegados, teriam ido até a casa dele, o ameaçado e exigido que ele revelasse o grau das declarações dadas ao MP.