Nesta sexta-feira (28), a Polícia Civil prendeu o namorado da professora Márcia Regina Lopes, está desaparecida há mais de três semanas. Segundo a corporação, ele é o principal suspeito pelo desaparecimento da vítima, vista pela última vez no Parque da Cidade.
Segundo a corporação, ele é suspeito de homicídio e ocultação de cadáver e vai cumprir prisão temporária na carceragem do Departamento de Delegacia Especializada (DPE).
Em uma rede social, o irmão da vítima, Ézio Tadeu, comemorou a prisão e disse que “foi mais uma etapa vencida” no caso do sumiço da irmã.
Carro é encontrado
No último sábado (22), a polícia encontrou o carro da professora Márcia Regina Lopes, 56 anos, desaparecida há 22 dias. O veículo, um Ford Ka preto, placa JHR 4074/DF, estava na quadra 2 de Sobradinho, em via pública. Segundo informações, o automóvel estava em perfeitas condições.
A Divisão de Repressão a Sequestros encaminhou o carro para a perícia no Instituto de Criminalística.
A professora desapareceu no último dia 9. Segundo familiares, a última notícia que tiveram dela foi uma mensagem deixada em uma rede social. Ela deveria ter comparecido ao trabalho, em uma escola particular do Sudoeste, no dia seguinte, mas não apareceu. Márcia Regina reside em Águas Claras com o namorado.
Muitas pessoas prestaram depoimento,mas as informações não serão divulgadas para não atrapalhar as investigações.
Desaparecida há 22 dias
O sumiço da professora foi registrado na terça-feira, 4 de março, por parentes que vieram de Formosa (GO) para ajudar nas investigações da polícia. Márcia era professora-doutora em alfabetização do primeiro ano do Ensino Fundamental e estava prestes a completar dois anos lecionando na unidade de ensino.
A professora morava com o namorado em um apartamento em Águas Claras. Na época, a polícia esteve no local e não constatou nenhuma irregularidade ou sinais de arrombamento. O local aparentava estar bem arrumado, e a maior parte das roupas de Márcia se encontrava nos armários.